sábado, 1 de abril de 2017

Fechamento - Março/2017: R$ 123.633,25 ou +R$ 1.142,10 (+0,93%)

Aproveitando o sabadão trago mais um fechamento de mês. No geral tudo caminhou bem, apesar do avanço ter sido um pouco tímido já que os investimentos andaram de lado por conta da economia não deslanchar. Neste mês não realizei aportes devido ao histórico de maiores despesas, o que provavelmente se repetirá em abril. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 38,06% atingido. 

Sem a força dos aportes segui apenas com a valorização das aplicações já existentes. Conforme previsto no fechamento de fevereiro estou na fase mais 'hard' do ano (março/abril/maio) e os aportes serão modestos ou não ocorrerão. 

COMPRAS - MARÇO/2017

Com exceção da subscrição de ações em ITSA4 não realizei nenhuma compra neste mês.      

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,83%
Tudo segue como antes por aqui. A redução progressiva da taxa SELIC levará a um menor retorno mensal, porém esta aplicação vence no final de abril e o recurso será direcionado a outra modalidade (a qual ainda não decidi qual será). Rentabilidade anual de +2,46%. 

  • TD: +0,85%
Sem novidades. Os papéis comprados em épocas turbulentas seguem se valorizando de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (49,18%), prefixados (4,85%) e vinculados à taxa Selic (45,97%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +4,39%.

  • COE: -0,30%
Infelizmente a reação da bolsa não aconteceu e como o COE depende da valorização do índice, houve uma queda no seu valor. Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,96% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. O fundo lançou seus primeiros dados de rentabilidade e o mesmo vem batendo o CDI por boa margem (espero que continue). Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,37%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,84
Outro mês de subida para os FIIs. O texto está ficando repetitivo mas é realidade. Não estou pensando em ampliar o valor investido aqui mas não descarto a possibilidade, pois temos que ficar atentos a boas oportunidades que surjam. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual de 12,37%.

  • AÇÕES: +0,98%
Sem aportes por aqui também. A carteira é composta por Ambev (ABEV3), Braskem (BRKM5), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3), Itaúsa (ITSA4) e Lojas Americanas (LAME4). Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). Rentabilidade anual de 8,10%.


PROVENTOS - MARÇO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e juros sobre capital próprio (ITSA4).   

Total Março: R$ 116,09


CONSOLIDADO - MARÇO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 74,19% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 25,81% em renda variável (FIIs e Ações) - pequena variação. Talvez leve a RV até uns 30% do total, mas nada ainda definitivo.






Com exceção do COE as demais aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +0,93%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Agradeço a todos os visitantes e vamos até o próximo fechamento.  

Até!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Fechamento - Fevereiro/2017: R$ 122.491,15 ou +R$ 7.765,54 (+6,77%)

Aproveitando a folga de carnaval trago o fechamento obtido em fevereiro, apesar do mês não ter acabado. Em geral foi um mês bastante produtivo, tanto no trabalho quanto na parte das finanças. Mais uma vez aumentei a participação em renda variável, seguindo o plano geral para 2017. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 36,11% atingido 

Mais um mês em que consegui realizar um aporte razoável. Pela minha estimativa entrarei agora numa fase mais 'hard' (gastos mais acentuados) pelo menos até o meio do ano. Os aportes tenderão a ser mais modestos, mas farei o possível para não zerar. 

COMPRAS - FEVEREIRO/2017

O aporte deste mês (dinheiro novo) foi direcionado para a compra de novas ações (BRKM5 e LAME4). Proventos recebidos foram para o fundo de debêntures e mais um 'troco' gasto em FFCI11. Novamente sem compras de tesouro.     

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,75%
Aqui sem nenhuma alteração, exceto o fato de que fevereiro conta com menos dias úteis e isso reflete na rentabilidade. A nova redução da taxa SELIC levará a um menor retorno mensal nos meses seguintes. A rentabilidade anual de +1,62%. 

  • TD: +1,94%
Como disse anteriormente não fiz nenhuma compra neste item. Os papéis comprados em épocas turbulentas vêm aferindo grande valorização de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (49,20%), prefixados (4,83%) e vinculados à taxa Selic (45,97%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +3,51%.

  • COE: +0,30%
O início da reação começou (assim espero). O índice Bovespa se aproxima da máxima histórica e agora quanto mais melhor pois o papel restante não tem limite de valorização (PETR4 e BBAS3 já estouraram os respectivos limites). Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,00%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,39% 
Aumentei um pouco a participação no fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. O fundo ainda não pode apresentar dados de rentabilidade pelo pouco prazo em que foi lançado. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 2,39%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,34
Outro mês de subida para os FIIs. Novamente, dado os valores esticados não tenho perspectivas de entrada no momento, com exceção de pequenos valores em fundos já pertencentes à carteira para não deixar o dinheiro parado na corretora. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual de 9,27%.

  • AÇÕES: +5,51%
Aumentei a participação nesta modalidade com a aquisição de dois novos papéis: Braskem (BRKM5) e Lojas Americanas (LAME4). Eles se juntam à carteira composta por Ambev (ABEV3), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3) e Itaúsa (ITSA4). Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). Rentabilidade anual de 7,05%.


PROVENTOS - FEVEREIRO/2017

Foi um mês bom para a renda passiva. Neste mês recebi proventos de FIIs, cupons do IPCA+ 2020 e também ações (ABEV3). As perspectivas futuras são de possível redução, especialmente por conta do aumento na vacância dos FIIs.  

Total Fevereiro: R$ 253,09


CONSOLIDADO - FEVEREIRO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 74,43% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 25,57% em renda variável (FIIs e Ações) - o máximo já atingido até o momento. Talvez leve a RV até uns 30% do total, mas nada ainda definitivo.






Nesse mês todas as aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +2,31%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Aproveitem este resto de carnaval e vamos até o próximo fechamento.  

Até!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Fechamento - Janeiro/2017: R$ 114.725,61 ou +R$ 13.437,80 (+13,27%)

Olá galera! Tudo na paz? Tomara que sim. Chegou a hora de passar a régua e ver como foi o desempenho de Janeiro. Fiz uma mudança no título seguindo o estilo do colega Funcionário Público Investidor (http://funcionariopublicoinvestidor.blogspot.com/), apresentando uma informação mais direta. O mês de modo geral foi bom pra mim, apesar de que ocorreram certos percalços no caminho. Estreei em dois tipos diferentes de investimentos e aumentei a exposição à renda variável, uma das metas que eu havia traçado para 2017. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 22,89% atingido 

Por conta de problemas ocorridos na transição de governo acabei recebendo o salário de dezembro somente neste mês. Aliado ao montante proveniente do 13º salário e das poucas despesas que tive fui capaz de realizar um aporte significativo. Em decorrência do fato já dei um salto no cumprimento da meta anual e espero conseguir cumpri-la até dezembro.

COMPRAS - JANEIRO/2017

Os aportes deste mês foram direcionados para a compra de ações (ABEV3, GRDN3, HGTX3 e ITSA4), uma pequena entrada em um fundo privado de debêntures e um 'troco' gasto em FFCI11. Nada de tesouro por enquanto.     

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,86%
Sem alterações no rumo desse item. Como a aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI, mantendo-se a queda da Selic a tendência será de redução no crescimento. Em 2017 ela chegará ao fim e provavelmente redirecionarei os recursos para outra aplicação. A rentabilidade anual começa em +0,86%. 

  • TD: +1,53%
Grandes oscilações nas taxas durante o mês, porém não fiz nenhuma compra neste item. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,74%), prefixados (4,80%) e vinculados à taxa Selic (46,47%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual começa em +1,53%.

  • COE: -1,29%
Nesta parte nova decepção. A reação de BBAS3 acabou estourando o limite e agora o valor aplicado será corrigido por uma porcentagem fixa (assim como o de PETR4) a ser resgatado no vencimento. Sendo assim, torço agora para que o índice Bovespa pise fundo no acelerador e dê o máximo possível, pois assim entra em ação o gatilho deste investimento. Estes papeis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual inicial -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,07% (NOVO)
Fiz um pequeno aporte no fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Tinha interesse em aplicar nesta modalidade de investimento e escolhi o fundo pela perspectiva de retorno e pelo seu valor baixo de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Como não pretendo resgatar o recurso em curto prazo, creio que será uma boa experiência. Rentabilidade anual inicial em 1,07%.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,75
Mais um mês em que os FIIs chegam metendo o pé na porta. Com os valores esticados, não tenho perspectivas de entrada no momento, com exceção de pequenos valores em fundos já pertencentes à carteira para não deixar o dinheiro parado na corretora. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual inicial em 4,75%.

  • AÇÕES: +2,17% (NOVO)
Após muita leitura decidi me aventurar nesta modalidade de investimento. Minha intenção é manter uma carteira de longo prazo, aplicando em ações de qualidade. A carteira inicial começa com Ambev (ABEV3), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3) e Itaúsa (ITSA4). Pretendo ampliar até cerca de 10 papéis diferentes, fazendo o controle dos mesmos. Rentabilidade anual inicial em 2,17%.


PROVENTOS - JANEIRO/2017

Esse mês somente proventos de FIIs. Por conta dos acertos anuais houve um aumento em comparação ao recebido no mês de dezembro. 

Total Dezembro: R$ 113,07


CONSOLIDADO - JANEIRO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 78,34% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 21,66% em renda variável (FIIs e Ações). A princípio pretendo esticar a RV até uns 30% do total, mas aberto a novos pensamentos.





Quase todas as aplicações fecharam no azul, com exceção dos COEs, o que garantiu o crescimento mensal: +1,43%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Seguindo o mês de fevereiro vamos no ritmo do ziriguidum até o próximo fechamento.  

Até!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Fechamento - Dezembro/2016

Para encerrar esse 2016 tão polêmico vamos passar por ele. Sim, o próprio: fechamento do mês. Ainda sob os efeitos da turbulência econômica, dos caprichos e desmandos políticos e outras mazelas mais um mês se passou, mas chegou a hora de passar a régua em tudo isso e nos preparar pra esse 2017 que já bate a nossa porta. Vamos aos números. Os resultados para rentabilidade foram obtidos utilizando a planilha do ADP.

META ANUAL 2016: 100K em ativos financeiros - Resultado: OK!!

Os aportes oriundos ainda em 2015 e início de 2016 com taxas do TD em alta fizeram sua parte para o cumprimento da meta, bem como o avanço em FIIs. Mantive minha decisão pessoal de manter os gastos em níveis controlados, garantindo assim aportes regulares, estratégia que pretendo seguir no ano de 2017. Para 2017 vou estipular uma meta de 160K, sendo que após muita leitura e reflexão chegou a hora de aumentar minha exposição em renda variável. 


COMPRAS - DEZEMBRO/2016

Um aporte padrão nesse mês que foi usado para adquirir mais títulos IPCA+ 2024. Só.    

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,96%
Essa aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI e mantendo-se a queda da Selic a tendência será de redução no crescimento. Em 2017 ela chegará ao fim e provavelmente redirecionarei os recursos para outra aplicação. A rentabilidade anual ficou em 16,41%, um resultado discutível (a planilha parece não ser muito precisa em casos de resgate parcial) . 

  • TD: +1,55%
Após o aperto de novembro o TD voltou a crescer neste mês. A aprovação de medidas como a PEC dos gastos, além do esfriamento da tensão política favoreceram o movimento. Conforme disse no início, este mês apenas fiz compras de título IPCA+ 2024. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,46%), prefixados (4,73%) e vinculados à taxa Selic (46,82%). Já possuo quantidade considerável de recursos em TD, portanto em 2017 penso em focar em novos tipos de investimento e deixar este item em espera, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual global obtida nesta modalidade foi de 14,13%.

  • COE: -0,37%
Apesar da reação de BBAS3 a subida não foi suficiente para reverter o resultado acumulado. São três COEs diferentes na carteira: um vinculado à PETR4 (já estourou o limite de valorização), um referente à BBAS3 (ainda no jogo) e outro vinculado ao índice Bovespa, que ainda não teve valorização. Espero que 2017 reserve boas surpresas para este último. Estes papeis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual global de 8,07%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,27%
Depois da derrapada em novembro veio uma recuperação. 2017 ainda promete ser um ano difícil, por isso é importante estudar bem os aportes e verificar a hora certa de aproveitar oportunidades em FII. Tinha estipulado gastar os proventos de novembro e dezembro neste final de ano mas não fiz. Vou usá-los com o aporte provável de janeiro e então decidir onde gastar. A rentabilidade anual global ficou em 28,81%, a maior dentre as modalidades de investimento que possuo. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. 


PROVENTOS - DEZEMBRO/2016

Esse mês somente proventos de FIIs. Novamente houve uma queda em comparação ao recebido no mês de novembro. 

Total Dezembro: R$ 97,99


CONSOLIDADO - DEZEMBRO/2016

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 86,51% em aplicações de renda fixa (LCI, TD e COE) e 13,49% em renda variável (FIIs), com pouca variação comparativamente com novembro.




De modo inverso a novembro, somente uma aplicação fechou no vermelho (COEs) e, portanto, o resultado não poderia ser diferente: +1,21%. Meta anual batida, pretendo manter a estratégia usada em 2016 para o próximo ano: gastos em controle e aportes regulares. Devagar e sempre continua sendo o lema.  



Antes de encerrar desejo a todos os que acompanharam o blog um feliz 2017 e que todos nós sejamos agraciados com melhores rendimentos, finanças em ordem e sucesso. 

Até!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Fechamento - Novembro/2016

Olha ele aí novamente: fechamento do mês. Grandes oscilações, incertezas em quase todos os setores, turbulência, teve de tudo neste mês. Fiz um aporte regular apostando em Tesouro, que continua sendo a bola da vez pelo menos pra mim. Meta dos 100K praticamente concluída, já pensando qual será o objetivo em 2017. Vamos aos números.

Os resultados para rentabilidade foram obtidos utilizando a planilha do ADP.


COMPRAS - NOVEMBRO/2016

Um aporte padrão nesse mês que foi usado para adquirir mais títulos IPCA+ 2019 e 2024 e só.    

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,85%
Essa aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI e mantendo-se a queda da Selic a tendência será de redução no crescimento. A rentabilidade anual está em 15,30%. 

  • TD: -0,02%
Resultado praticamente estável nesse mês. Aqui também as oscilações foram grandes (Trump, Calerogate, políticos sabotando etc) e a reação veio no final do mês. Fiz compras de títulos IPCA (2019 e 2024), o que fez variar a porcentagem entre os tipos que tenho em carteira. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (46,85%), prefixados (4,80%) e vinculados à taxa Selic (48,35%). Aportes em TD continuam prováveis em dezembro, a menos que ocorra algo que mude meu foco. Rentabilidade aqui é de 12,77%

  • COE: -0,72%
Neste mês a cotação de BBAS3 oscilou demais. Ainda que tenha havido uma recuperação no final, não foi suficiente para reverter a queda comparativa com outubro. São três COEs diferentes na carteira: um vinculado à PETR4 (já estourou o limite de valorização), um referente à BBAS3 (ainda no jogo) e outro vinculado ao índice Bovespa, que ainda não teve valorização. Estes papeis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de 8,47%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -1,32%
Depois de dois meses de subida houve uma correção dos valores. A realidade econômica começa a mostrar a cara e não dá mais pra viver só de expectativas futuras. Vacância na maioria dos empreendimentos também passa a ser uma constante. Não gastei os proventos desse mês e vou juntar com os de dezembro para novas compras. A rentabilidade anual está em 25,94%. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. 


PROVENTOS - NOVEMBRO/2016

Esse mês somente proventos de FIIs. Houve uma ligeira queda em comparação ao recebido no mês de Outubro. 

Total Setembro: R$ 105,33


CONSOLIDADO - NOVEMBRO/2016

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 86,45% em aplicações de renda fixa (LCI, TD e COE) e 13,55% em renda variável (FIIs), com pouca variação comparativamente com outubro.




Como quase todas as aplicações fecharam no vermelho, o resultado não poderia ser diferente: -0,24%. Foi a primeira vez que o fechamento mensal ficou negativo. Apesar da estranheza a estratégia continua a mesma: gastos em controle (minha PEC particular) e aportes em opções interessantes. 



Até!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fechamento - Outubro/2016

Chegamos ao momento da verdade - fechamento do mês. Consegui uma boa rentabilidade apesar de não ter aportado dinheiro novo. Quero ver como será o mês de novembro antes de decidir se aumento a posição em FIIs ou sigo no Tesouro. Meta dos 100K quase batida - praticamente vendo a linha de chegada na minha frente. Vamos aos números.

Os resultados para rentabilidade foram obtidos utilizando a planilha do ADP.


COMPRAS - OUTUBRO/2016

Por conta do aporte bombado em setembro nesse mês não injetei dinheiro novo. Somente usei os proventos dos FIIs na compra de mais cotas de RNGO11 e ABCP11.     

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,86%
Essa aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI e por conta da queda da Selic teve uma ligeira redução em comparação com setembro. A rentabilidade anual está em 14,33%. 

  • TD: +0,67%
Esse foi o elo mais 'fraco' da carteira em questão de valorização neste mês em decorrência da subida das taxas. Novamente sem aportes nesse mês. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (45,39%), prefixados (5,03%) e vinculados à taxa Selic (49,58%). Aportes em TD são prováveis em novembro, a menos que ocorra algo que mude meu foco. Rentabilidade aqui é de 13,34%

  • COE: +7,74%
O destaque de outubro ficou nesta modalidade. Por conta da subida das ações de PETR4 (que inclusive estourou o limite de ganho) e BBAS3 (quase estourado) a valorização aqui foi significativa. Ainda tenho outro papel vinculado ao índice Bovespa, mas este ainda não atingiu o gatilho de valorização, o que torço para ocorrer ainda este ano. Estes papeis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de 9,25%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,71%
Mais um mês de avanço razoável. Conforme já disse acima usei os proventos para adquirir novas cotas. Estou pensando em juntar o que receber em novembro e dezembro para então sair às compras. A rentabilidade anual está em 27,63%. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. 


PROVENTOS - OUTUBRO/2016

Esse mês somente proventos de FIIs. Houve uma ligeira queda em comparação ao recebido no mês de Setembro. 

Total Setembro: R$ 108,06


CONSOLIDADO - OUTUBRO/2016

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 86,02% em aplicações de renda fixa (LCI, TD e COE) e 13,98% em renda variável (FIIs), praticamente estável comparativamente com setembro.







O avanço deste mês foi de +2,34%, o segundo melhor do ano de 2016. Novembro já é hora de renovação de seguro então já sabem... Mantendo a estratégia vou manter as despesas em controle para aportar o máximo possível.



Até!

sábado, 1 de outubro de 2016

Fechamento - Setembro/2016

Mais um mês se passou e chegou a hora de mostrar os resultados. Aproveitei que estou de férias e como sempre tenho redução nos custos mensais consegui fazer mais um aporte razoável. Dessa vez todas as modalidades fecharam no azul e meta dos 100K em investimentos ficou um pouco mais próxima. Vamos aos números.

Os resultados para rentabilidade foram obtidos utilizando a planilha do ADP.


COMPRAS - SETEMBRO/2016

Neste mês fiquei na dúvida se aportava mais em FIIs mas não me animei por causa dos custos. Fiz um resgate parcial da LCI que tenho na caixa e aporte em dois COEs. Vou colocar os detalhes no item próprio.    

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,98%
Essa aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI e teve um leve aumento em comparação com agosto. Como disse anteriormente, fiz um resgate parcial dessa aplicação. A rentabilidade anual está em 13,35%, oscilação grande após o resgate.

  • TD: +1,16%
Uma ligeira baixa em comparação com agosto. Sem aportes nesse mês. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (45,56%), prefixados (4,98%) e vinculados à taxa Selic (49,47%). Aportes em TD são dúvida pra outubro. Rentabilidade aqui é de 12,58%

  • COE: +1,29%
Mais duas novidades nessa modalidade: um COE vinculado ao desempenho do índice Bovespa e outro ao Banco do Brasil (BBAS3). Os novatos ainda não mostraram a que vieram, então o aumento veio do COE vinculado à PETR4. Apesar de não haver marcação a mercado deste papel, estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de 1,40%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,96%
Depois de um baixa em agosto chegou a recuperação de primavera. Este mês sem compras mas pretendo juntar os proventos de setembro com os de outubro e ver se acho alguma coisa boa por aí. A rentabilidade deu uma crescida, girando nos 24%. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. 


PROVENTOS - SETEMBRO/2016

Esse mês somente proventos de FIIs. A cada mês os proventos vem aumentando conforme o planejado. 

Total Setembro: R$ 113,40


CONSOLIDADO - SETEMBRO/2016

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 86,07% em aplicações de renda fixa (LCI, TD e COE) e 13,93% em renda variável (FIIs), que reduziram sua participação em decorrência do aporte na renda fixa.






O avanço deste mês foi de +1,28%, superando agosto. Como já disse antes, vou aproveitar o semestre de baixas despesas pra aportar o máximo possível.



Até!