quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Fechamento - Janeiro/2018: R$ 164.231,35 ou +R$ 7.750,90 (+4,95%)

2018 já começou com grandes surpresas. A retomada da valorização dos ativos iniciada ainda em 2017 continua a todo vapor, ganhando novos impulsos tais como o resultado do julgamento do Lula pelo TRF-4 e resultados positivos dos indicadores econômicos. Neste início de ano não me vejo fazendo grandes aportes, sendo que o foco será quitar as maiores despesas que surgem nesta época, então vou surfar na apreciação dos ativos já encarteirados (torço para que continue). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 15,50% atingido. 

Como em 2017 fiquei um pouco abaixo da meta preciso compensar esta diferença. Graças a valorização geral do mercado consegui um resultado interessante para iniciar o ano. Novamente vou deixar uma margem de tolerância (5%).


TRANSAÇÕES - JANEIRO/2018

Não coloquei dinheiro novo este mês. O começo de ano é forte nas despesas então os aportes vão ser escassos por enquanto. Movimentação interna somente na renda variável: o FII Galeria (EDGA11) deu adeus ao portfólio e comprei mais algumas cotas do Shopping ABC Plaza (ABCP11). No grupo das ações Fleury ON (FLRY3) passa a compor a carteira. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +3,08%
A queda das taxas longas levou a uma valorização expressiva da NTNB 2035, movimento que tende a continuar caso o cenário continue favorável. Em termos percentuais estou com 43,01% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 56,99% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,08%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,72% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 1,72%.

Na renda fixa ganhei do CDI (0,58%), contra 3,08% do TD e 1,72% do fundo de debêntures.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,62% 
Boa valorização em janeiro. As cotas de GGRC11 agora fazem parte do portfólio sem restrições, sendo o papel de maior percentual da carteira. Conforme antecipação do início do texto vendi minhas cotas de EDGA11, que era o papel mais desvalorizado da carteira (na verdade era o único no vermelho). Não quis pagar pra ver a recuperação do valor dele e do Rio por tabela. Em termos de rentabilidade SDIL11 tomou a coroa de XPCM11 e agora é o líder, ficando a lanterna com o MXRF11 (tenho desde a incorporação do XPGA11). Com a venda a carteira conta agora com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 4,62%.

  • AÇÕES: +7,92%
Aqui também consegui uma boa valorização. A única mudança foi a entrada de Fleury (FLRY3) no portfólio. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que só valoriza, enquanto a liderança na rentabilidade passou a ser de Grendene (GRND3) após o tombo de Hering (HGTX3). A lanterna continua nas mãos de Lojas Americanas (LAME4). Ressalto o fato de que nenhum dos papéis estão no vermelho. A carteira conta agora com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 7,92%.

Na renda variável ganhei do IFIX (2,64%) contra 4,62% dos FIIS e perdi do índice Ibovespa (11,14%) contra 7,92% da minha carteira de ações.

PROVENTOS - JANEIRO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e  dividendos de ITSA4.   

Total Janeiro: R$ 114,17
Total Anual Acumulado: R$ 114,17


CONSOLIDADO - JANEIRO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 51,51% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 48,49% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira e bateram novamente recorde em termos percentuais da carteira.   






Mês de subida então ninguém fez feio e todos ficaram no azul. A rentabilidade mensal ficou em +4,95%, que por enquanto também é o valor anual acumulado (aproximadamente 850% do CDI). 
   



Finalizo aqui esta postagem desejando a todos os visitantes a continuidade do 'bull market' em  fevereiro. Pra não fugir do padrão, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

4 comentários:

  1. Cara belo blog, irei acompanha-lo a partir de hoje e durante o ano todo.

    Não acho interessante aportar com os ativos esticadas e com o IBOV em topo histórico , então acho ficar sem aportar por ora.

    abs

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  2. Carteira quase metade - metade, 48,49% em renda variável um 51,51% em renda fixa.

    Abraço e sucesso em 2018!

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    1. Obrigado DLI. Como não vou aportar por esses dias a carteira vai ficar oscilando conforme um lado se saia melhor que o outro kk. Valeu por prestigiar.

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