sábado, 30 de setembro de 2017

Fechamento - Setembro/2017: R$ 143.747,73 ou +R$ 4.552,58 (+3,27%)

Mais um mês de boa valorização das aplicações, não sem boa dose de turbulência, reflexo da situação problemática não somente do país quanto também do cenário externo. Quanto a mim continuo movimentando o portfólio, seja resgatando papéis, comprando outros, mexendo aqui e ali na renda fixa e variável. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 72,32% atingido. 

Apesar do avanço ainda estou um pouco abaixo do ideal. Os aportes virão mas será que a economia vai ter fôlego para continuar subindo? A conferir. Continuo acreditando que ficarei dentro da meta, sendo que vou considerar uma faixa de 5% como margem válida. 

TRANSAÇÕES - SETEMBRO/2017

Em setembro realizei resgate de IPCA 2024 e direcionei o recurso para IPCA 2035 e LFT 2023, além de um pingado em BP DEB 45 para não deixar dinheiro parado na corretora. Dois COEs venceram e o recurso também foi encaminhado para o TD. Da parte variável aumentei posição em CVCB3 e subscrevi FFCI11. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,92%
Outro mês de crescimento e novamente fiz alterações no portfólio. Resgatei meus papéis IPCA 2024 e direcionei os recursos para um aumento em IPCA 2035 (mais apimentado) e LFT 2023 (minha âncora). Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (42,00%) e vinculados à taxa Selic (58,00%). Parte dos recursos que estão em LFT podem ser redirecionados caso surjam oportunidades. Rentabilidade anual acumulada de +7,82%.

  • COE: +2,00%
Neste mês os dois papéis restantes da carteira venceram e os recursos foram repartidos entre TD e no fundo de debêntures que tenho (pequena parte). Consegui ainda aproveitar o aumento do índice Bovespa neste mês, o que rendeu ao papel vinculado a ele um bom aumento. Já o que estava vinculado à BBAS3 já tinha estourado o limite e portanto não teve variação. Não foram os melhores investimentos que já fiz mas permitiram maior entendimento e experiência, de modo que aqui este item se despede das postagens mensais.  Rentabilidade anual final de +4,16%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,95% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,92%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +6,37% 
Consegui acompanhar o IFIX neste mês, o que significou um aumento da carteira. Aqui reside uma das grande dúvidas do portfólio: vender os fundos ruins e migrar pra outros ou apenas não aumentar posição nos mesmos. Por enquanto a segunda opção vem levando a melhor, não significando que será assim indefinidamente. Olhando a carteira mais de perto tenho o Edifício Galeria (EDGA11) como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado, com valores muito acima do VP. Houve exercício de subscrição em FFCI11 e decidi participar, pois acho o mesmo bastante interessante. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 19,24%.

  • AÇÕES: +6,03%
Mais uma subida, mesmo sofrendo a ligeira correção dos últimos dias da bolsa. Aumentei posição em CVCB3 e ainda tenho caixa para a compra de um novo papel que estou de olho, provavelmente na próxima semana. Todos os papéis estão no azul, sendo que Hering (HGTX3) tomou a dianteira na valorização, ficando Sanepar (SAPR4) com a lanterna. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 22,59%.


PROVENTOS - SETEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e JCP de BBAS3.   

Total Setembro: R$ 98,84
Total Anual Acumulado: R$ 1.558,50


CONSOLIDADO - SETEMBRO/2017

Pouca variação comparativamente a agosto. A carteira global é representada por aproximadamente 57,70% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 42,30% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   




Em resumo tive mais um mês fechando no azul em todas as modalidades, tomando de agosto o título de maior crescimento mensal anual: (+3,27%). Torço para mantermos um crescimento constante tanto dos aportes quanto da valorização das aplicações. 
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Fechamento - Agosto/2017: R$ 139.195,15 ou +R$ 7.561,23 (+5,74%)

Momento do fechamento. Mais um mês de grande valorização, tudo parece estar entrando nos eixos, mesmo que aos trancos e barrancos. Da minha parte tratei de aproveitar da situação, seja por troca de posições, seja por aumento/redução de ativos tanto na renda fixa quanto na variável. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 64,56% atingido. 

Um bom resultado em agosto fez com que eu voltasse ao planejado, principalmente da bolsa. Apesar de uma correção ser provável, creio que garantindo os aportes e comprando bons produtos conseguirei atingir o objetivo traçado.

TRANSAÇÕES - AGOSTO/2017

Alterei o título deste tópico pois até então só tinha feito compras. Neste mês fiz o resgate de parte das aplicações do Tesouro que já tiveram boa valorização e atingiram o prazo de IR mínimo (15%) (NTNB 2019, NTNB 2020, LTN 2019 e LTN 2021) e também houve o vencimento de um COE atrelado à cotação de PETR4. O valores resgatado do Tesouro foi inteiramente direcionado para a NTNB 2035 enquanto o resgate do COE, juntamente com o dinheiro novo foi enviado para a compra de ações (apenas SAPR4 até o momento). 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,28%
Mais crescimento este mês. Fiz grande alteração neste item por meio do resgate de parte dos títulos e aporte em outro. Em termos percentuais a carteira agora ficou assim: vinculados ao IPCA (56,18%) e vinculados à taxa Selic (43,82%). Talvez aumente um pouco a exposição em LFT para dar uma esfriada na carteira. Rentabilidade anual acumulada de +8,44%.

  • COE: +3,79%
Dos três papéis integrantes da carteira um já venceu e foi redirecionado, o outro já estourou o limite e já tem seu valor final definido até o resgate (fim de setembro), enquanto o aumento ocorre por conta da valorização do índice Bovespa, que é o parâmetro do terceiro. Pra mim quanto mais subir a bolsa mais vou ganhar, mesmo que o vencimento deste já ocorra semana que vem. Como os papéis não têm marcação a mercado considero a variação da cota comparativamente com os termos de início e desconto o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual acumulada de +1,91%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,02% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não depender apenas de uma ou outra aplicação. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,22%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,32% 
Mais um mês em que perdi do IFIX, apesar de ficar no azul. Os preços estão esticados e antes de um aumento de posição quero estudar mais profundamente. A análise de fundos problemáticos continua mas ainda não decidi nada. Edifício Galeria (EDGA11) continua sendo o pior fundo da carteira, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 12,10%.

  • AÇÕES: +7,02%
Outra subida grande em agosto, de modo que somente BBAS3 continua no vermelho. Aumentei posição em SAPR4 e mantenho caixa livre para aumento de posição em outras e talvez a inclusão de novos papéis no portfólio. A visão de longo prazo é o lema aqui. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 15,62%.


PROVENTOS - AGOSTO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, cupons de Tesouro IPCA 2020 e dividendos/JCP de BBAS3, HGTX3, GRND3 e ITSA4.   

Total Agosto: R$ 220,59
Total Anual Acumulado: R$ 1.459,66


CONSOLIDADO - AGOSTO/2017

O equilíbrio foi rompido em agosto por conta do maior aporte em renda variável. A carteira é representada por aproximadamente 58,83% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 41,17% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, principalmente a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações tomaram a dianteira.   




Recapitulando, todo mundo fechou no azul, o que fez a valorização de agosto ser a maior de 2017 (+3,09%)e por enquanto não tenho do que reclamar. Torço para que eu consiga manter meus aportes e o ritmo de crescimento continue. 
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Fechamento - Julho/2017: R$ 131.633,92 ou +R$ 4.936,92 (+3,90%)

Mais um mês que chega ao fim e com ele vem o momento da verdade. Aparentemente o mercado como um todo deu uma boa respirada, o que pra muitos parece ser uma ilusão, porém é preciso dançar conforme a música. Consegui uma boa rentabilidade neste mês, sendo que dei uma segurada nos aportes em Renda Variável esperando a situação se estabilizar um pouco. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 51,69% atingido. 

Passei da metade da meta. Queria ter chegado lá antes mas paciência. Ainda acredito que vou conseguir atingir o objetivo estipulado, contudo me mantenho atento a possíveis armadilhas no caminho.   

COMPRAS - JULHO/2017

Neste mês somente comprei mais um pouco de Tesouro IPCA+ 2024.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,91%
Bom resultado decorrente do derretimento das taxas, muitas das quais já abaixo dos níveis pré-Joesley. Em termos percentuais a carteira ficou assim: vinculados ao IPCA (51,58%) tomando a dianteira, prefixados (4,69%) e vinculados à taxa Selic (43,73%). Como as taxas estão em queda livre verei se continuo a aportar por aqui. Rentabilidade anual acumulada de +7,06%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, porém já rondando o gatilho de valorização. Neste mês vencerá o papel vinculado à PETR4 e penso seriamente em dar um up na carteira de ações com o montante. Como os papéis não têm marcação a mercado considero a variação da cota comparativamente com os termos de início e desconto o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual acumulada de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +2,00% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não depender apenas de uma ou outra aplicação. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 5,15%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,40% 
Em julho acompanhei o IFIX e também fechei com queda nos FIIs. O mercado aparenta estar travado e há uma expectativa de anúncio massivo de vacância e queda de rendimentos. Estou analisando minha carteira e pensando se vale a pena me desfazer de alguns fundos problemáticos e comprar outros. Edifício Galeria (EDGA11) é o pior fundo da carteira, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 11,74%.

  • AÇÕES: +5,71%
A carteira deu uma boa subida neste mês, apesar de que nem todas as integrantes tenham recuperado as perdas anteriores (BBAS3 e LAME4 estão no vermelho). Um possível aporte feito com recursos provenientes de um COE está no radar mas nada ainda definitivo. Sei que ainda existem boas ações disponíveis, porém me mantenho alerta a questões mais urgentes. O foco é de longo prazo e assim será mantido. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 10,69%.


PROVENTOS - JULHO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de ITSA4 e ABEV3, em montante inferior ao recebido em Junho.   

Total Julho: R$ 124,50
Total Anual Acumulado: R$ 1.239,07


CONSOLIDADO - JULHO/2017

As porcentagens se mantiveram praticamente estáveis ao longo do mês. A carteira é representada por aproximadamente 65,43% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 34,57% em renda variável (FIIs e Ações). A chave dos aportes encontra-se virada rumo à RF mas pode mudar em agosto.  




Recapitulando, somente os FIIs fecharam no vermelho neste mês, com a turma gerida pelo BTG sendo a maior responsável de modo geral. A rentabilidade mensal fechou em +2,17%, a segunda maior do ano. Espero que este ritmo se mantenha e que eu consiga manter os aportes regulares.     



Encerro aqui mais uma postagem, sempre agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Fechamento - Junho/2017: R$ 126.697,00 ou +R$ 1.658,00 (+1,33%)

Junho passou voando. Chegou então o momento de avaliar os eventos ocorridos e ver o impacto dos mesmos nas diversas aplicações. A valorização foi pequena, mas espero que sinalize que o trem voltou aos trilhos. Por conta das incertezas na renda variável, novamente o aporte na renda fixa passou a ser a prioridade. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 43,28% atingido. 

Aos poucos vamos retornando a uma suposta normalidade (será?). Gostaria de já ter passado a barreira dos 50% da meta, mas considerando o tumulto que vem ocorrendo vou valorizar o que já consegui ao invés de pensar no que poderia ter sido.  

COMPRAS - JUNHO/2017

Neste mês somente comprei Tesouro IPCA+ 2024 e um troco no fundo BP Debêntures Incentivadas 45.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,45%
Apesar das oscilações nas taxas ao longo do mês consegui uma rentabilidade positiva. Em termos percentuais a carteira ficou assim: vinculados ao IPCA (49,45%), prefixados (4,78%) e vinculados à taxa Selic (45,76%). Esta modalidade será mais focada enquanto a renda variável continuar andando de lado. Rentabilidade anual de +5,24%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, de modo que não vou gastar saliva com ela, nem mudar o texto do mês anterior. O papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,25% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Aumentei a posição evitando deixar os trocados parados na corretora. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,09%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,30% 
Depois de dois meses no vermelho voltamos a ter crescimento nos FIIs. Aqui cabe um pensamento: todos consideramos que o mercado está esticado, etc e tal, porém a alta vem sendo constante. Será que vale a pena aumentar posição? Estou analisando bem o caso. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 12,19%.

  • AÇÕES: -0,53%
Outra queda na carteira de ações, porém vejo que é preciso parar de piorar antes da melhora. A situação geral é de dúvida no mercado e em decorrência a cautela é fundamental. Existem boas ações disponíveis, porém prefiro esperar algum desfecho nos problemas mais imediatos. O foco é de longo prazo e assim será mantido. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 4,71%.


PROVENTOS - JUNHO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos e juros sobre capital próprio de ações, além do pagamento da venda das frações de MXRF11 oriundos da fusão com o XPGA11.   

Total Junho: R$ 170,27


CONSOLIDADO - JUNHO/2017

Pouca variação comparando com maio. A carteira é representada por aproximadamente 65,32% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 34,68% em renda variável (FIIs e Ações). No momento o foco está em RF por conta da turbulência geral do mercado. 




Neste fechamento somente as Ações fecharam no vermelho, principalmente LAME4 e BBAS3. A rentabilidade mensal fechou em +0,12%, modesta mas positiva. O segundo semestre costuma ser mais 'suave', então espero continuar aportando de modo regular.    



E assim encerro mais uma postagem, sempre agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes.   

Até!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Fechamento - Maio/2017: R$ 125.039,00 ou -R$ 1.386,32 (-0,14%)

Momento da verdade. O furacão que assolou o Brasil deixou suas marcas na sociedade e, como não podia deixar de ser, provocou uma hecatombe nas finanças da massa. Tudo que vinha sendo construído aos trancos e barrancos agora voltou a ser dúvida, sejam reformas, seja confiança da melhoria como um todo. Realizei um pequeno aporte mas ele praticamente sumiu em meio às quedas dos valores das aplicações. Sempre considerei maio um mês difícil mas não esperava que seria tão devastador. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,45% atingido. 

Um pequeno retrocesso neste mês, suavizado pelos proventos e aporte. Espero que a fase tenebrosa tenha ficado no retrovisor, mas é preciso ficar atento.  

COMPRAS - MAIO/2017

Neste mês fiz a compra de FFCI11 (antes do possível agrupamento) e usei os recursos que estavam investidos em LCI para ampliar minha carteira de ações.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,32%
Apesar dos pesares esta modalidade fechou no azul, embora tenha ocorrido uma grande oscilação nas taxas, com reflexo no valor dos títulos, o que prejudicou a valorização contínua que seguia. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,66%), prefixados (4,83%) e vinculados à taxa Selic (46,51%). Estou estudando a possibilidade de aportar novamente nesta modalidade, visando equilibrar de certo modo o aumento da renda variável. Rentabilidade anual de +4,88%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, de modo que não vou gastar saliva com ela. O papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,64% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Não mexi neste item também mas o mesmo também sofreu os efeitos da crise econômica. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,31%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,79% 
Mais uma queda na carteira dos FIIs, com apenas uma variação conforme já disse acima (compra de FFCI11). Ainda considero o valor muito esticado, de modo que compras somente em casos excepcionais. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 10,74%.

  • AÇÕES: -4,46%
Promovi um aumento considerável na carteira de ações neste mês, utilizando pra tal o valor que estava antes aplicado em uma LCI da Caixa. O baque foi grande, porém como estou focado no longo prazo ficarei alerta para possíveis pontos de entrada em boas ações de boas empresas. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Esta foi a modalidade que mais impactou no resultado negativo do mês, devolvendo boa parte da valorização acumulada desde o início de 2017. Rentabilidade anual de 5,28%.


PROVENTOS - MAIO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, além de dividendos e juros sobre capital próprio de ações.   

Total Maio: R$ 276,43


CONSOLIDADO - MAIO/2017

Houve grande variação da carteira este mês, a qual ficou então representada por aproximadamente 64,75% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 35,25% em renda variável (FIIs e Ações). A RV passou a marca dos 35%, então planejo aumentar a renda fixa para dar uma equilibrada no sistema. 




Com exceção do TD (e do COE que zerou), as demais aplicações fecharam no vermelho, e nem poderia ser diferente. A rentabilidade mensal fechou em -1,10%, ainda que tenha havido uma recuperação desde o dia 18/05. Dramas a parte, a estratégia de 2017 continuará em prática: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante (mais necessários do que nunca).   




Mais uma vez agradeço a todos os visitantes.  

Até!

domingo, 30 de abril de 2017

Fechamento - Abril/2017: R$ 125.215,67 ou +R$ 1.582,42 (+1,28%)

Mais um mês se passou e chegou a hora de encarar o fechamento. Em meio a muito ranger de dentes e ameaças parece que finalmente as reformas caminham, ainda que não sejam as melhores do mundo, são as possíveis para o momento. Mais um mês em que não realizei aporte, conforme havia previsto anteriormente. Nas minhas finanças pessoais abril sempre é um mês duro em termos de despesas mas agora é passado. Chega de falatório e vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,75% atingido. 

Avanço apenas com a valorização e rendimentos de aplicações passadas. A fase mais 'hard' do ano (março/abril/maio) está passando e o fluxo voltará. 

COMPRAS - ABRIL/2017

Repetindo o texto acima neste mês nenhuma compra.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,48%
Esta que foi minha primeira aplicação após a poupança chegou ao fim. Foi aqui que tudo começou e por isso terei um carinho especial, mas o show não para. Os recursos que estavam nesta modalidade serão direcionados para a renda variável, provavelmente ações. Rentabilidade anual de +2,94%. 

  • TD: +0,14%
O medo da ação dos amados congressistas vem fazendo o mercado jogar pro alto as taxas do TD, o que reflete em queda no valor dos papéis, apesar de ainda ter conseguido fechar no azul. Sem novas compras, os papéis comprados refletem épocas turbulentas e seguem se valorizando de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,91%), prefixados (4,85%) e vinculados à taxa Selic (46,24%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +4,54%.

  • COE: 0,00%
Infelizmente a reação da bolsa não aconteceu e como o COE depende da valorização do índice, não houve mudança na posição do mesmo. Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,59% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Não mexi neste item também. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,98%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,78% 
Depois de várias subidas registrei queda nesta modalidade. O aumento da vacância nos fundos de tijolos e dos problemas em diversos fundos de papéis cedo ou tarde vai cobrar a fatura. Somente ampliarei o valor aplicado aqui caso surja alguma boa oportunidade. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento, os quais são  (atendendo a pedidos): ABCP11, AEFI11, BBPO11, BRCR11, EDGA11, FFCI11, FLMA11, HTMX11, JSRE11, NSLU11, RBGS11, RNGO11, SAAG11, SDIL11, XPCM11 e XPGA11. Rentabilidade anual de 11,49%.

  • AÇÕES: +9,53%
Sem aportes por aqui também. Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). A valorização aqui bateu de longe todos os outros investimentos que tenho, principalmente HGTX3 que explodiu no último pregão. Rentabilidade anual de 18,41%.


PROVENTOS - ABRIL/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, além de proventos e juros sobre capital próprio de GRND3 e ITSA4.   

Total Abril: R$ 185,62


CONSOLIDADO - ABRIL/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 73,37% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 26,63% em renda variável (FIIs e Ações) - ligeiro aumento. Estou seriamente estudando aumentar a RV além dos 30% do total, mas nada ainda definitivo.





Com exceção dos FII e do COE que zerou as demais aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +1,28%. Segue a estratégia de 2017: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante (estou devendo neste último kkk).   



Mais uma vez agradeço a todos os visitantes e vamos até o próximo fechamento.  

Até!