terça-feira, 1 de maio de 2018

Fechamento - Abril/2018: R$ 187.002,21 ou +R$ 19.422,72 (+11,59%)

Neste mês fiz uma alteração substancial na contabilização do meu patrimônio, motivo este para a grande variação. Passo a considerar valores cedidos por empréstimo na planilha, capital este que vem sendo usado para uma boa causa. Nas demais aplicações não fiz aporte e não pretendo fazer no momento. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros (atualizado) - Resultado Parcial: 52,16% atingido.

Fiz a atualização da meta pois antes parte do patrimônio não estava sendo considerado na planilha e por conta disso puxei a meta pra cima tornando-a mais realista. O 'aporte' deste mês foi apenas o que está contabilizado nos empréstimos. Em março o aumento foi puxado pela Renda Variável. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - ABRIL/2018

Este mês somente integralização das cotas subscritas de ITSA4. 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,24%
Outro mês em que as incertezas têm jogado o PU das NTNB 2035 pra baixo e, por conseguinte, puxando minha rentabilidade. Em termos percentuais estou com 51,59% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 48,41% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,47%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,59% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,99%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,31%  (NOVO)
Este item é representado pelo capital que emprestei a parentes. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-0,24%) no TD e 0,59% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+2,11%) x TD (+3,47%) x FIP (+3,99%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,54% 
Mais um mês de subida. A maior posição da carteira pertence ao GGRC11, que curiosamente é o de menor rentabilidade global no momento. Por outro lado tenho RBGS11 (General Shopping Sulacap) com rendimento superior a 100% contando os proventos. A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 8,98%.

  • AÇÕES: -1,46%
Destoei do Ibovespa em abril, fechando no vermelho. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também continua sendo a líder na rentabilidade. A mais fraca permanece com Fleury ON (FLRY3) (a única no vermelho). A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 11,02%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (-0,86%) contra +0,54% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +0,88% contra (-1,46%) da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+4,98%) x Meus FIIs (8,98%) e Ibovespa (+12,71%) x Minhas Ações (+11,02%).

PROVENTOS - ABRIL/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (ITSA4, FLRY3 e IRBR3) e JCP (LAME4 e IRBR3).   

Total Abril: R$ 507,39
Total Anual Acumulado: R$ 1.347,43

CONSOLIDADO - ABRIL/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 56,05% em aplicações de renda fixa (TD, Fundos e Empréstimos) e 43,95% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035 (volume semelhante ao que tenho em empréstimos cedidos), enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira (o triplo do volume dos FIIs).   



Mês encerrado com queda do patrimônio, resultado este atribuído às NTNBs 2035 e as ações. A rentabilidade mensal ficou em -0,44%, com resultado anual acumulado de 5,81% (aproximadamente  275% do CDI). 
   



Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 30 de março de 2018

Fechamento - Março/2018: R$ 167.549,49 ou +R$ 3.620,09 (+2,21%)

Direto e reto, março foi mais um mês que não fiz aporte pois estou preferindo acumular recursos no mundo não financeiro, pretendendo voltar no segundo semestre. Assim, os resultados (bons ou ruins) serão fruto da subida/queda dos ativos encarteirados. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 25,50% atingido. 

Mais um mês sem aporte, apenas surfando na valorização dos ativos. Em março o aumento foi puxado pela Renda Variável. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - MARÇO/2018

Sem aporte novo, somente participei da subscrição de ITSA4 (ainda não foram incorporadas ao patrimônio) usando os proventos acumulados em conta. 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,24%
A sequência da queda das taxas Selic juntamente com a turbulência (política/judiciária/social etc e tal) vêm trazendo um viés de baixa para os papéis. Resumindo: o Tesouro Selic vem rendendo menos e a NTNB 2035 teve um aumento das taxas (resultando em queda no valor de face). Em termos percentuais estou com 42,71% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 57,29% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,04%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,05% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,38%.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,53%, fiz -0,24% no TD e 1,05% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+1,59%) x TD (+3,04%) x FIP (+3,38%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,11% 
Meus fiis continuam subindo, até quando não faço ideia. A maior posição da carteira pertence ao GGRC11. Em termos de rentabilidade RBGS11 (General Shopping Sulacap) tomou a pole position com uma subida espetacular em março (valorização histórica de mais de 75%), sendo o mais fraco o MXRF11. A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 8,39%.

  • AÇÕES: +5,73%
Descolei do comportamento de baixa do Ibovespa em março, com boa valorização. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também continua sendo a líder na rentabilidade. A mais fraca permanece com Fleury ON (FLRY3) (a única no vermelho). A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 12,66%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (2,00%) contra 2,11% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa (0,01%) contra 5,73% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+5,89%) x Meus FIIs (8,39%) e Ibovespa (+11,73%) x Minhas Ações (+12,66%).

PROVENTOS - MARÇO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e Dividendos + JCP de BBAS3 e ITSA4.   

Total Março: R$ 599,55
Total Anual Acumulado: R$ 840,04

CONSOLIDADO - MARÇO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 50,49% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 49,51% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   


Mês encerrado com boa subida, puxada principalmente pelas ações. A rentabilidade mensal ficou em +2,21%, com resultado anual acumulado de 7,09% (aproximadamente 446% do CDI). 
   



Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Fechamento - Fevereiro/2018: R$ 163.959,40 ou - R$ 271,95 (-0,17%)

Vou ser bem lacônico e seguir direto ao ponto. Mais um mês que não faço aporte pois estou preferindo acumular recursos e zerar as despesas do primeiro semestre, ficando a mercê da variação dos ativos já encarteirados (torcendo claro pela subida dos mesmos). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 17,19% atingido. 

Uma vez que não estou aportando a meta fica sujeita à flutuação mensal dos ativos. Em fevereiro tive uma pequena queda puxada pelas ações. Margem de tolerância global de (5%).


TRANSAÇÕES - FEVEREIRO/2018

Sem aporte novo, nem aplicação dos proventos, então sem mudanças de portfólio. 
Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,21%
Sem grandes variações neste mês, os papéis não tiveram grande oscilação. Em termos percentuais estou com 42,99% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 57,01% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,58% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 2,30%.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI fez 0,46%, fiz 0,21% no TD e 0,58% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+1,05%) x TD (+3,29%) x FIP (+2,30%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,47% 
Meus fiis continuam dando bom resultado no todo, embora fique cada vez mais complicado aportar com os preços esticados. Em termos de rentabilidade SDIL11 permanece com a coroa, ficando a lanterna com o MXRF11 (tenho desde a incorporação do XPGA11). A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 6,15%.

  • AÇÕES: -1,26%
Mês de correção, quebrando a sequência de valorização que vinha ocorrendo. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também assume a liderança na rentabilidade. A lanterna saiu das mãos de Lojas Americanas (LAME4) e passou para o comando de Fleury ON (FLRY3), estando somente este último no vermelho. A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 6,56%.

Na renda variável deste mês ganhei novamente do IFIX (1,15%) contra 1,47% dos FIIS e perdi do índice Ibovespa (0,52%) contra -1,26% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+3,82%) x FII (6,56%) e Ibovespa (+11,72%) x Ações (+6,56%).

PROVENTOS - FEVEREIRO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de ABEV3.   

Total Fevereiro: R$ 126,32
Total Anual Acumulado: R$ 240,49


CONSOLIDADO - FEVEREIRO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 51,71% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 48,29% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira, com pequena oscilação no todo.   







Mês encerrado com pequena queda, puxada pelas ações (as únicas que fecharam no vermelho). A rentabilidade mensal ficou em -0,17%, com resultado anual acumulado de 4,78% (aproximadamente 455% do CDI). 
   



Finalizo aqui esta postagem agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Fechamento - Janeiro/2018: R$ 164.231,35 ou +R$ 7.750,90 (+4,95%)

2018 já começou com grandes surpresas. A retomada da valorização dos ativos iniciada ainda em 2017 continua a todo vapor, ganhando novos impulsos tais como o resultado do julgamento do Lula pelo TRF-4 e resultados positivos dos indicadores econômicos. Neste início de ano não me vejo fazendo grandes aportes, sendo que o foco será quitar as maiores despesas que surgem nesta época, então vou surfar na apreciação dos ativos já encarteirados (torço para que continue). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 17,81% atingido. 

Como em 2017 fiquei um pouco abaixo da meta preciso compensar esta diferença. Graças a valorização geral do mercado consegui um resultado interessante para iniciar o ano. Novamente vou deixar uma margem de tolerância (5%).


TRANSAÇÕES - JANEIRO/2018

Não coloquei dinheiro novo este mês. O começo de ano é forte nas despesas então os aportes vão ser escassos por enquanto. Movimentação interna somente na renda variável: o FII Galeria (EDGA11) deu adeus ao portfólio e comprei mais algumas cotas do Shopping ABC Plaza (ABCP11). No grupo das ações Fleury ON (FLRY3) passa a compor a carteira. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +3,08%
A queda das taxas longas levou a uma valorização expressiva da NTNB 2035, movimento que tende a continuar caso o cenário continue favorável. Em termos percentuais estou com 43,01% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 56,99% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,08%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,72% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 1,72%.

Na renda fixa ganhei do CDI (0,58%), contra 3,08% do TD e 1,72% do fundo de debêntures.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,62% 
Boa valorização em janeiro. As cotas de GGRC11 agora fazem parte do portfólio sem restrições, sendo o papel de maior percentual da carteira. Conforme antecipação do início do texto vendi minhas cotas de EDGA11, que era o papel mais desvalorizado da carteira (na verdade era o único no vermelho). Não quis pagar pra ver a recuperação do valor dele e do Rio por tabela. Em termos de rentabilidade SDIL11 tomou a coroa de XPCM11 e agora é o líder, ficando a lanterna com o MXRF11 (tenho desde a incorporação do XPGA11). Com a venda a carteira conta agora com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 4,62%.

  • AÇÕES: +7,92%
Aqui também consegui uma boa valorização. A única mudança foi a entrada de Fleury (FLRY3) no portfólio. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que só valoriza, enquanto a liderança na rentabilidade passou a ser de Grendene (GRND3) após o tombo de Hering (HGTX3). A lanterna continua nas mãos de Lojas Americanas (LAME4). Ressalto o fato de que nenhum dos papéis estão no vermelho. A carteira conta agora com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 7,92%.

Na renda variável ganhei do IFIX (2,64%) contra 4,62% dos FIIS e perdi do índice Ibovespa (11,14%) contra 7,92% da minha carteira de ações.

PROVENTOS - JANEIRO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e  dividendos de ITSA4.   

Total Janeiro: R$ 114,17
Total Anual Acumulado: R$ 114,17


CONSOLIDADO - JANEIRO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 51,51% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 48,49% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira e bateram novamente recorde em termos percentuais da carteira.   






Mês de subida então ninguém fez feio e todos ficaram no azul. A rentabilidade mensal ficou em +4,95%, que por enquanto também é o valor anual acumulado (aproximadamente 850% do CDI). 
   




Finalizo aqui esta postagem desejando a todos os visitantes a continuidade do 'bull market' em  fevereiro. Pra não fugir do padrão, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

domingo, 31 de dezembro de 2017

Fechamento - Dezembro/2017: R$ 156.480,45 ou +R$ 8.000,88 (+5,39%)

Para encerrar este 2017 nada melhor que aproveitar o último dia do ano para apresentar os resultados. Pode-se dizer que aconteceu de um tudo este ano: crescimento x queda, expansão x retração, euforia x desânimo etc, só não digo que foi um ano parado. Como marca de 2017 levo a minha entrada no mercado de ações, com todas as suas nuances (para o bem e o mal). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Final: 94,01% atingido. 

Apesar de ter ficado dentro da margem de tolerância (5%) não consegui completar a meta. Ainda assim considero um resultado satisfatório tendo em vista o volume de altos e baixos que passamos em 2017. Para 2018 penso em colocar como meta o volume de 200K, mantendo a margem aplicada este ano.

TRANSAÇÕES - DEZEMBRO/2017

Neste mês fiz somente um aporte visando a subscrição de GGRC11. Com o rateio na casa dos 52% acabou que tive uma sobra de capital que ficou na corretora e que provavelmente vou gastar no próximo mês. Já prevejo zero aporte em janeiro por conta das despesas já escalonadas. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,62%
Novamente não houve movimento no volume aplicado. Enquanto a definição das reformas não sair minhas NTNB 2035 tendem a ficar oscilando. Em termos percentuais estou com 40,69% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 59,31% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual final de 6,69%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,48% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual final de 7,26%.

Na renda fixa acabei perdendo para o CDI do ano (9,93%), contra 6,69% do TD e 7,26% do fundo de debêntures.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,62% 
Descolei do IFIX (só que mirando o buraco kkk) neste mês. Como novidade do setor participei da subscrição de GGRC11 (que serão 'liberadas' somente dia 08/01) e o papel se tornou o de maior percentual da carteira. Quanto à rentabilidade nada mudou em relação a novembro: EDGA11 continua sendo o pior, enquanto XPCM11 nada de braçadas. Com o aumento a carteira passou a ter 17 papéis diferentes. Rentabilidade anual final de 17,46%.

  • AÇÕES: +6,04%
Mês de recuperação, já que em novembro tinha tomado um tombo feio. Sem movimentações no período, a maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Lojas Americanas (LAME4) continuam na lanterna da rentabilidade, porém saíram do vermelho. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual final de 28,00%.

Na renda variável fiquei próximo do IFIX anual (19,43%) contra 17,46% dos FIIS e ganhei do índice Ibovespa (26,86%) contra 28,00% da minha carteira de ações.

PROVENTOS - DEZEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos de BRKM5, além de Juros sobre capital próprio (JCP) de ABEV3, BBAS3, CVCB3 e HGTX3.   

Total Dezembro: R$ 352,64
Total Anual Acumulado: R$ 2.259,49


CONSOLIDADO - DEZEMBRO/2017

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 52,47% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 47,53% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira e atingiram o maior percentual histórico da carteira.   






Neste mês somente os FIIs fecharam no vermelho, o que me deu um gás para o fechamento do mês. A rentabilidade mensal ficou em +2,29%, finalizando então 2017 com valorização de 15,18% (aproximadamente 153% do CDI). 
   



Para efeito comparativo coloquei em tabela a carteira de 2016 e a de 2017 para visualização das mudanças e avanços obtidos:



Finalizo aqui esta postagem, desejando a todos os visitantes um feliz 2018. Que todos nós consigamos realizar aquilo que nos foi proposto, com muita rentabilidade e caixa para novos investimentos. Pra não fugir do padrão, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Fechamento - Novembro/2017: R$ 148.479,57 ou +R$ 1.260,89 (+0,86%)

A rodada de novembro não me foi muito favorável. Enquanto não se desenrolar essa questão da Reforma da Previdência não vejo sinais muito positivos para os investimentos. Ainda assim pretendo manter os aportes com visão positiva, apostando que no final algo de positivo deve sair de toda essa balbúrdia. Como sempre mantenho meus olhos abertos a riscos e oportunidades. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 80,38% atingido. 

Estou abaixo do previsto e a luz amarela está acesa. Conforme já disse vou considerar uma margem de 5% como válida. 

TRANSAÇÕES - NOVEMBRO/2017

Mais um mês com movimento em renda variável: aderi à conversão das units de Sanepar (tinha apenas SAPR3) e adquiri mais um bocado de ITSA4 com grana nova do aporte. Nos FIIs sem novidade, apenas a integralização das cotas de FFCI11, que agora estão todas juntas.  

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: -1,06%
Sem mexidas aqui. Por conta do aumento da incerteza geral vem ocorrendo um aumento das taxas e, em decorrência o valor das minhas NTNB 2035 (que têm maior duration) estão caindo. Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (46,16%) e vinculados à taxa Selic (53,84%). Rentabilidade anual acumulada de 6,04%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,08% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,75%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,63% 
Mais um mês em que bati o IFIX. Sem aumento das cotas, o Shopping Grand Plaza (ABCP11) se mantém como o de maior percentual da carteira. Quanto à rentabilidade o Edifício Galeria (EDGA11) continua como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto a pole foi tomada pelo XP Corporate Macaé (XPCM11). Estou de olho na subscrição de GGRC11, aguardando se sobrarão cotas para quem está de foraA carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 21,03%.

  • AÇÕES: -4,19%
Tomei um tombo aqui, mergulhando mais fundo que o índice Ibovespa. A novidade da carteira são os papéis de Sanepar Unit (SAPR11). A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Lojas Americanas  (LAME4) continuam em queda. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 21,85%.


PROVENTOS - NOVEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos de GRND3, além de Juros sobre capital próprio (JCP) de BBAS3 e IRBR3.   

Total Novembro: R$ 187,86
Total Anual Acumulado: R$ 1.906,85


CONSOLIDADO - NOVEMBRO/2017

A carteira global é representada por aproximadamente 54,96% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 45,04% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   





Neste mês somente os FIIs fecharam no azul, o que faz deste o pior mês em termos de rentabilidade de 2017, no caso (-1,81%), pior que o maio de Joesley. Há que se considerar também que estou mais exposto à renda variável do que antes.
   



Finalizando aqui mais uma postagem. Agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Fechamento - Outubro/2017: R$ 147.268,18 ou +R$ 2.470,95 (+2,41%)

Outubro teve crescimento? Sim. Porém o aumento da turbulência é uma constante e a cada dia as nuvens negras vão aumentando de tamanho. Enquanto indivíduo tenho que ficar atento aos riscos, mas não posso deixar também de botar o pé nas oportunidades que sempre aparecem. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 78,23% atingido. 

A correção dos últimos dias atrapalhou mas continuo subindo e isso é o mais importante. O projeto segue firme e forte, mas considero uma faixa de 5% como margem válida. 

TRANSAÇÕES - OUTUBRO/2017

Neste mês somente transações em renda variável: fiz a troca de SAPR4 por SAPR3 aproveitando o desconto que havia no momento, além da entrada em IRBR3 que já estava no radar. Assim como boa parte da blogosfera que investe em FIIs aproveitei para aumentar posição em ABCP11, que é um ativo bastante interessante e que teve uma oportunidade excelente para quem tinha grana disponível. No meu caso utilizei praticamente só dinheiro oriundo dos proventos. Ainda aguardo a incorporação da subscrição de FFCI11, sendo as cotas já aparecem na corretora como FFCI13. 


Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: -0,59%
Não mexi nos papéis investidos, sendo que a possível explicação para a queda se deve ao aumento das incertezas no país. Em decorrência, minhas NTNB 2035 por terem maior duration estão mais sujeitas à volatilidade. Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (41,40%) e vinculados à taxa Selic (58,60%). Rentabilidade anual acumulada de 7,18%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,08% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,83%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,65% 
Venci o IFIX neste mês, além de ter ampliado o investimento nesta categoria após um longo tempo sem aportes. A compra de cotas fez com que o Shopping Grand Plaza (ABCP11) se tornasse o líder da carteira. Quanto à rentabilidade o Edifício Galeria (EDGA11) continua como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto a pole foi conquistada pelo SDI Logística (SDIL11), cuja cota beira os 100 reais. No curto prazo estou pensando seriamente em subscrever GGRC11, aguardando maiores detalhes. Subscrevi FFCI11 mas ainda não foram incorporados ao patrimônio. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 19,03%.

  • AÇÕES: +6,35%
Consegui fechar no positivo, aqui também com efeito pesado da correção do Ibovespa. Resumindo a abertura, troquei SAPR4 por SAPR3 e adquiri IRBR3. A maior posição da carteira pertence a CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Em decorrência da queda Lojas Americanas (LAME4) seguram a lanterna momentaneamente. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 30,20%.


PROVENTOS - OUTUBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de HGTX3 e ITSA4.   

Total Outubro: R$ 160,49
Total Anual Acumulado: R$ 1.718,99


CONSOLIDADO - OUTUBRO/2017

A carteira global é representada por aproximadamente 56,01% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 43,99% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   





Neste mês a renda fixa caiu enquanto a variável seguiu no azul. O avanço percentual foi pouco maior que a metade do que obtive em setembro (+1,71%), mas o importante é que tive crescimento.  
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!