sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Fechamento - Novembro/2018 - R$ 206.241,89 ou +R$ 9.036,07 (+4,58%)

Sem muita inspiração pra texto então vou direto ao resultado. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 85,03% atingido.

Subida geral. Cada vez mais próximo da hora da verdade. Margem de tolerância global de (5%).


TRANSAÇÕES - NOVEMBRO/2018

Entrei na subscrição de SDIL11, porém ainda não foi descontado. Não gastei os proventos pois vou aguardar a provável emissão de cotas de GGRC11 pra usar o dinheiro. Simples assim.  


Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,37%
Mais um mês fechando no positivo. Já estou de olho no ponto de saída da NTNB 2035 pra embolsar o maior lucro possível. Em termos percentuais estou com 59,82% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 40,18% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 9,97%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,44% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 9,44%.

  • EMPRÉSTIMOS E RESERVA: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações. A novidade é referente a uma reserva de capital que eu estou mantendo na Nuconta, cujo rendimento é a baseado na taxa Selic e tem liquidez imediata. Decidi que esse vai ser meu capital de curtíssimo prazo, disponível para gasto a qualquer momento necessário, sendo que pretendo manter de 1 a 1,5% do total das minhas economias por aqui.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,49%, fiz 1,37% no TD e 0,44% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+5,90%) x TD (+9,97%) x FIP (+9,44%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,27% 
Sem maiores novidades, apenas a subscrição em SDIL11 (que ainda não foi descontada nem incorporada ao patrimônio). Como disse antes estou de olho na nova emissão de capital de GGRC11 e já venho juntando a grana necessária. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) foi ultrapassado por pequena margem pelo Hotel MaxInvest (HTMX11), que agora é o melhor da carteira. A lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +7,94%.

  • AÇÕES: +8,19%
Mais uma mês acumulando gordura. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - TIR de 154%. A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), que é o único papel no vermelho atualmente (TIR de -22%). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de +22,77%.

Na renda variável deste mês temos o IFIX marcando +2,59% contra +2,27% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +2,38% contra +8,19% da minha carteira de ações. Na base anual temos o IFIX (+3,32%) x Meus FIIs (+7,94%) e Ibovespa (+17,15%) x Minhas Ações (+22,77%).

PROVENTOS - NOVEMBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagaram em novembro: BBAS3/IRBR3 (JCP) e HGTX3/GRND3 (dividendo).

Total Novembro: R$ 447,47
Total Anual Acumulado: R$ 4.416,83

CONSOLIDADO - OUTUBRO/2018

A carteira global fechou com 53,46% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 46,54% em renda variável (FIIs e Ações). Novamente a parte variável vem crescendo com mais vigor e tomando espaço.





A rentabilidade mensal ficou em +3,62%, com resultado anual acumulado de +12,32% (cerca de 209% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Fechamento - Outubro/2018 - R$ 197.205,82 ou +R$ 14.045,32 (+7,67%)

Finalmente uma definição. Com a vitória de Jair Bolsonaro e a perspectiva de um governo liberal pudemos ver um grande avanço nas rentabilidades das aplicações. Particularmente vivi neste mês de Outubro a maior rentabilidade da série histórica do meu portfólio. Torçamos então para a continuidade do movimento. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.
OBS: Antes de apresentar o resultado - CHUPA PT!!

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 69,59% atingido.

Com a apreciação geral todas as classes nas quais invisto subiram com força e ajudaram no resultado. Ainda assim estou um pouco abaixo da previsão. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - OUTUBRO/2018

Usei proventos parados na corretora e comprei algumas cotas de JSRE11 quando baixaram um pouco de preço. Já era minha intenção pois na época da subscrição não cheguei a participar devido ao valor salgado. 


Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +6,83%
O que os outros nove meses não renderam outubro trouxe, especialmente para a NTNB 2035. Em termos percentuais estou com 59,08% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 40,92% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 8,48%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,48% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 8,96%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,54%, fiz 6,83 no TD e 0,37% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+5,38%) x TD (+8,48%) x FIP (+8,96%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +5,39% 
A renda variável foi onde o mês mais foi proveitoso, mesmo os FIIs. Conforme dito anteriormente aumentei posição em JSRE11, que passou a ser a 3ª posição em valor da carteira. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) não houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, ainda que por pouco, enquanto a lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +5,54%.

  • AÇÕES: +14,82%
Nem preciso comentar a avanço bruto ocorrido no mês. Consegui inclusive ficar acima do Ibovespa e zerando as perdas do ano. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - TIR de 144%. A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), que é o único papel no vermelho atualmente. A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de +13,48%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou +5,04% contra +5,39% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +10,19% contra +14,82% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+0,82%) x Meus FIIs (+5,54%) e Ibovespa (+14,43%) x Minhas Ações (+13,48%).

PROVENTOS - OUTUBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagou em outubro: ITSA4.

Total Outubro: R$ 229,93
Total Anual Acumulado: R$ 3.899,36

CONSOLIDADO - OUTUBRO/2018

A carteira global fechou com 54,46% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 45,54% em renda variável (FIIs e Ações). Embora todos os grupos tenham crescido, a parte variável subiu com mais força e ganhou espaço.





A rentabilidade mensal ficou em +7,76% (apenas a maior da história), com resultado anual acumulado de +8,48% (cerca de 158% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

domingo, 30 de setembro de 2018

Fechamento - Setembro/2018 - R$ 183.160,50 ou +R$ 312,53 (+0,17%)

Fechando mais um mês na luta pela rentabilidade. Apesar de 10 entre 10 pessoas não aguentarem mais falar sobre turbulência e crise não há como fugir do assunto. Finalmente a eleição presidencial se encaminha pro desfecho (será 'positivo'?) e a partir daí poderemos ter uma ideia pra que lado o Brasil vai se mover. Antes de finalizar: PT nunca mais. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 45,59% atingido.

Sem aporte e com os ativos andando de lado não houve variação significativa aqui. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - SETEMBRO/2018

Sem compras neste mês.


Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,87%
Outro mês de subida das taxas por conta da turbulência geral, puxando pra baixo o valor das NTNBs 2035. Em termos percentuais estou com 56,48% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,52% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 1,55%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,36% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 7,37%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,36%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,47%, fiz -0,87 no TD e 0,36% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+4,81%) x TD (+1,55%) x FIP (+7,37%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,46% 
Aqui fui pior que o IFIX, puxado por alguns papéis. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) não houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,15%.

  • AÇÕES: +1,50%
Subi um pouco junto com o Ibovespa mais ainda estou negativo em 2018. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3). A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), afundando cada vez mais. A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -1,16%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -0,21% contra -0,46% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +3,48% contra +1,50% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-4,12%) x Meus FIIs (+0,61%) e Ibovespa (+0,36%) x Minhas Ações (-2,62%).

PROVENTOS - SETEMBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos, e JCP). Pagou em setembro: BBAS3.

Total Setembro: R$ 280,70
Total Anual Acumulado: R$ 3.669,43

CONSOLIDADO - SETEMBRO/2018

A carteira global fechou com 56,44% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 43,56% em renda variável (FIIs e Ações). Pequena variação entre as partes.




A rentabilidade mensal ficou em +0,25%, com resultado anual acumulado de +0,67% (cerca de 14% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fechamento - Agosto/2018 - R$ 182.847,97 ou +R$ 2.613,49 (+2,04%)

Passados os 450 dias do mês de agosto nos deparamos mais uma vez com a dúvida, as turbulências, o cenário interno, externo, quem quiser que escolha a(s) causa(s) que fizeram novamente o vermelho transbordar das planilhas. Enquanto finalizo esta postagem acompanho o julgamento do TSE e torço para que aqueles que 'comandam' os rumos do País pensem em seus atos e as posteriores consequências advindas. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 45,06% atingido.

Consegui mais uma vez realizar um bom aporte, de modo que o aumento aqui em suma foi consequência deste. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - AGOSTO/2018

O aporte foi inteiramente direcionado para a renda variável, majoritariamente aumento da posição em ITSA4, além de um troco da corretora gasto em cotas de FLMA11.  

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +0,30%
O mês até que começou bem porém a baderna eterna cobrou seu preço, puxando novamente as taxas da NTNB 2035 pro alto. Em termos percentuais estou com 57,06% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 42,94% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 2,44%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,06% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,99%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,57%, fiz +0,30 no TD e 1,06% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+4,32%) x TD (+2,44%) x FIP (+6,99%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,36% 
Depois de alta considerável em julho veio a queda. Como alteração apenas aumento de posição no Continental Square Faria Lima (FLMA11), mas nada significativo. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna voltou para a mão do Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,61%.

  • AÇÕES: -1,51%
Outra queda fruto da turbulência. Mais um aumento na posição de ITSA4, Mês de subida com pequena alteração no portfólio (aumento de ITSA4), que passa a ser a porção mais representativa da carteira por larga margem em relação as demais. Em termos de retorno continua a liderança de IRB Brasil (IRBR3). A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -2,62%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -0,70% contra -0,36% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -3,21% contra -1,51% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-3,91%) x Meus FIIs (+0,61%) e Ibovespa (+0,36%) x Minhas Ações (-2,62%).

PROVENTOS - AGOSTO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos, dividendos, JCP, rendimentos e dinheiro oriundo da venda de frações). Pagaram em agosto: BBAS3, FLRY3, GRND3 e ITSA4.

Total Agosto: R$ 662,22
Total Anual Acumulado: R$ 3.388,73

CONSOLIDADO - AGOSTO/2018

A carteira global fechou com 56,81% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 43,19% em renda variável (FIIs e Ações). Mais um mês com reação na parte variável, fruto do aporte realizado.




A rentabilidade mensal ficou em -0,34%, com resultado anual acumulado de +0,42% (cerca de 10% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Fechamento - Julho/2018: R$ 180.234,48 ou +R$ 7.614,76 (+4,41%)

Mês de reação dos ativos com tudo fechando no azul. Porém, nada ganhou mais destaque e chocou a blogosfera quanto a partida do colega Viver de Construção (VDC). Confesso que no primeiro momento ao ler pensei que se tratava de um desligamento apenas do mundo virtual, mas quando a ficha caiu e a verdade foi revelada não nego que o pesar foi muito grande. VDC foi um grande contribuidor para o crescimento da maioria dos blogueiros, eu incluso, não tendo passado batido por este mundo. Esteja onde estiver VDC dedico esta postagem em sua homenagem. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,59% atingido.

Aqui houve tanto valorização dos ativos quanto aporte de dinheiro novo. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - JULHO/2018

Pequeno aporte, direcionado em sua maior parte para a renda variável (compra de ITSA4 e perspectiva de SDIL11 - ainda não executado), além de um troco usado para pagar a taxa de custódia da B3 (Tesouro Direto) e o restante aplicado no fundo de debêntures.  

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +1,92%
Este mês tivemos o acerto parcial da taxa de custódia. Fora isso apenas uma pequena melhora das taxas da NTNBs 2035, fazendo o valor da carteira subir. Em termos percentuais estou com 57,14% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 42,86% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 2,14%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,16% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 5,87%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,54%, fiz +1,92 no TD e 1,16% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+3,73%) x TD (+2,14%) x FIP (+5,87%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,12% 
Reação da carteira em julho. Tivemos a nova emissão de SDI Logística Rio (SDIL11), porém preferi não realizar a subscrição por achar o preço salgado, pretendendo comprar cotas no mercado secundário. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna passou para a mão do GGR Covepi Renda (GGRC11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,89%.

  • AÇÕES: +5,19%
Mês de subida com pequena alteração no portfólio (aumento de ITSA4), que passa a ser a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno temos a liderança de volta ao IRB Brasil (IRBR3), vencendo por pouco Braskem PNA (BRKM5). A lanterna de julho ficou com Fleury ON (FLRY3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -1,23%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou +1,37% contra +4,12% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +8,88% contra +5,19% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-3,23%) x Meus FIIs (+0,89%) e Ibovespa (+3,69%) x Minhas Ações (-1,23%).

PROVENTOS - JULHO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (ABEV3 e ITSA4) e juros dos empréstimos. Comparativamente aos demais foi um mês fraco.

Total Julho: R$ 307,22
Total Anual Acumulado: R$ 2.726,51

CONSOLIDADO - JULHO/2018

A carteira global fechou com 57,52% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 42,48% em renda variável (FIIs e Ações). Houve uma reação mais forte na parte variável, além do aporte direcionado este mês. 



A rentabilidade mensal ficou em +2,78%, com resultado anual acumulado de +0,78% (cerca de 21% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

sábado, 30 de junho de 2018

Fechamento - Junho/2018: R$ 172.619,72 ou -R$ 2.299,27 (-1,31%)

Outro mês de queda generalizada. Só a Copa do Mundo pra distrair um pouco da dureza cotidiana. Sem mais. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 27,58% atingido.

Enquanto não houver aumento significativo dos aportes e/ou estabilização da queda do mercado não vejo luz no fim do túnel. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - JUNHO/2018

Pouca movimentação neste mês, somente um 'aporte' feio em Empréstimos. De modo indireto fui afetado com a bonificação feita por Itaúsa (ITSA4) (10% a mais de ações) e o desdobramento de Grendene (GRND3). 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -1,46%
As NTNBs 2035 continuam subindo e o valor da carteira vai caindo. Em termos percentuais estou com 56,50% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,50% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 0,21%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,79% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 4,88%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,36%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-1,46%) no TD e 0,79% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+3,17%) x TD (+0,21%) x FIP (+4,88%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -5,20% 
Nova queda da carteira em linha com o mercado (incertezas, volatilidade etc). Não houve movimentação de quantidades então a situação é a seguinte: o FII mais representativo é o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11) após sucessivas quedas agora é o lanterninha. A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de -3,29%.

  • AÇÕES: -3,64%
Mês de queda (chato postar toda hora) e também sem alterações, com exceção de desdobramentos/bonificação. A maior posição em carteira permanece sendo CVC Brasil (CVCB3), enquanto em termos de retorno o temos o novo líder que é Braskem PNA (BRKM5), passando IRB Brasil (IRBR3) por pouco. A lanterna agora pertence ao Banco do Brasil (BBAS3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -6,27%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -4,01% contra -5,20% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -5,20% contra -3,64% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-4,55%) x Meus FIIs (-3,29%) e Ibovespa (-4,76%) x Minhas Ações (-6,27%).

PROVENTOS - JUNHO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (CVCB3 e SAPR11) e JCP (BBAS3, HGTX3, SAPR4 e SAPR11) e juros dos empréstimos. 

(FINALMENTE SANEPAR SOLTOU A GRANA!!)

Total Junho: R$ 523,22
Total Anual Acumulado: R$ 2.419,29

CONSOLIDADO - JUNHO/2018

A carteira global fechou com 59,29% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 40,71% em renda variável (FIIs e Ações). Como a queda da parte variável é mais acentuada vem ocorrendo um aumento percentual da parte fixa. 



A rentabilidade mensal ficou em -2,07%, com resultado anual acumulado de -1,98% (nem vale comparar com o CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Fechamento - Maio/2018: R$ 174.918,99 ou -R$ 12.083,22 (-6,46%)

Foram tantas bombas neste Maio vindas dos quatro cantos que dá pra fazer um post só disso. Pra uns foi o fim de linha, outros aproveitaram e aumentaram posíção nos ativos de interesse. Pra mim foi momento de correções de rumo, ativos sairam, outros entraram e aumentaram presença, de tudo um pouco. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 31,51% atingido.

Neste mês somente fiz resgate de recursos e, juntando com o massacre ocorrido no mercado financeiro como um todo, o cumprimento da meta foi ao chão. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - MAIO/2018

Este mês fiz muita movimentação de ativos. Na parte de renda fixa fiz resgate de LFT 2021, direcionando parte para empréstimos e outro para pagamento de uma despesa extra. Na parte da renda variável houve a integralização das cotas de ITSA10 para ITSA4, fechei posição em alguns FIIs e aumentei outros e uma nova ação passou a fazer parte da família.

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -2,17%
A subida constante das taxas das NTNB 2035 continuam puxando minha rentabilidade pra baixo. Em termos percentuais estou com 56,60% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,40% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 1,69%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,06% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 4,06%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,29%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-2,17%) no TD e 0,06% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+2,64%) x TD (+1,69%) x FIP (+4,06%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -6,46% 
Tombo gigantesco. Aproveitei o momento e fiz um rearranjo da carteira: vendi BRCR11, RBGS11 e RNGO11, os quais apesar de terem gerado lucro não precisarei pagar IR pois conto com a compensação da venda de EDGA11 no início do ano (com prejuízo). Com o recurso aumentei posição em Shopping ABC Plaza (ABCP11), praticamente dobrando a posição e um troco aplicado em MXRF11. Neste mês tivemos a subscrição de JSRE11 porém não participei pois não achei o preço convidativo. O FII de maior presença passou a ser o ABCP11, sendo o de maior retorno (TIR) o XPCM11 e o mais fraco FFCI11. Com as mudanças feitas a carteira agora conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 2,01%.

  • AÇÕES: -12,36%
Durante o Casamento Vermelho de maio tomei mais flechadas que o Ibovespa. Apesar do fato abri posição em um setor ainda não presente na carteira - Eletricidade. A escolhida foi Alupar UNT (ALUP11) após um período de pesquisas e observações. Avaliando como um todo, a maior posição continua sendo CVC ON (CVCB3), porém a rentabilidade foi tomada por IRB Brasil (IRBR3), que praticamente passou lisa. A mais fraca continua Fleury ON (FLRY3), ainda em queda. A carteira conta agora com 12 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de -2,73%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (-5,27%) contra -6,46% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -10,87% contra (-12,36%) da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-0,55%) x Meus FIIs (+2,01%) e Ibovespa (+0,46%) x Minhas Ações (-2,73%).

PROVENTOS - MAIO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (BRKM5, HGTX3 e GRND3) e JCP (BBAS3 e GRND3) e juros do empréstimo particular.   

Total Maio: R$ 548,64
Total Anual Acumulado: R$ 1.896,07

CONSOLIDADO - MAIO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 58,12% em aplicações de renda fixa (TD, Fundos e Empréstimos) e 41,88% em renda variável (FIIs e Ações). A parte fixa ganhou espaço pois a variável sofreu mais durante o mês. Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira (aproximadamente o triplo do volume dos FIIs).   




Mês encerrado com queda geral do patrimônio. A rentabilidade mensal ficou em -5,46%, com resultado anual acumulado de 0,09% (aproximadamente  3,4% do CDI - kkkkkk), só o nariz fora d'água. 
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!