sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fechamento - Agosto/2018 - R$ 182.847,97 ou +R$ 2.613,49 (+2,04%)

Passados os 450 dias do mês de agosto nos deparamos mais uma vez com a dúvida, as turbulências, o cenário interno, externo, quem quiser que escolha a(s) causa(s) que fizeram novamente o vermelho transbordar das planilhas. Enquanto finalizo esta postagem acompanho o julgamento do TSE e torço para que aqueles que 'comandam' os rumos do País pensem em seus atos e as posteriores consequências advindas. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 45,06% atingido.

Consegui mais uma vez realizar um bom aporte, de modo que o aumento aqui em suma foi consequência deste. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - AGOSTO/2018

O aporte foi inteiramente direcionado para a renda variável, majoritariamente aumento da posição em ITSA4, além de um troco da corretora gasto em cotas de FLMA11.  

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +0,30%
O mês até que começou bem porém a baderna eterna cobrou seu preço, puxando novamente as taxas da NTNB 2035 pro alto. Em termos percentuais estou com 57,06% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 42,94% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 2,44%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,06% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,99%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,57%, fiz +0,30 no TD e 1,06% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+4,32%) x TD (+2,44%) x FIP (+6,99%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,36% 
Depois de alta considerável em julho veio a queda. Como alteração apenas aumento de posição no Continental Square Faria Lima (FLMA11), mas nada significativo. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna voltou para a mão do Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,61%.

  • AÇÕES: -1,51%
Outra queda fruto da turbulência. Mais um aumento na posição de ITSA4, Mês de subida com pequena alteração no portfólio (aumento de ITSA4), que passa a ser a porção mais representativa da carteira por larga margem em relação as demais. Em termos de retorno continua a liderança de IRB Brasil (IRBR3). A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -2,62%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -0,70% contra -0,36% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -3,21% contra -1,51% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-3,91%) x Meus FIIs (+0,61%) e Ibovespa (+0,36%) x Minhas Ações (-2,62%).

PROVENTOS - AGOSTO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos, dividendos, JCP, rendimentos e dinheiro oriundo da venda de frações). Pagaram em agosto: BBAS3, FLRY3, GRND3 e ITSA4.

Total Agosto: R$ 662,22
Total Anual Acumulado: R$ 3.388,73

CONSOLIDADO - AGOSTO/2018

A carteira global fechou com 56,81% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 43,19% em renda variável (FIIs e Ações). Mais um mês com reação na parte variável, fruto do aporte realizado.




A rentabilidade mensal ficou em -0,34%, com resultado anual acumulado de +0,42% (cerca de 10% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Fechamento - Julho/2018: R$ 180.234,48 ou +R$ 7.614,76 (+4,41%)

Mês de reação dos ativos com tudo fechando no azul. Porém, nada ganhou mais destaque e chocou a blogosfera quanto a partida do colega Viver de Construção (VDC). Confesso que no primeiro momento ao ler pensei que se tratava de um desligamento apenas do mundo virtual, mas quando a ficha caiu e a verdade foi revelada não nego que o pesar foi muito grande. VDC foi um grande contribuidor para o crescimento da maioria dos blogueiros, eu incluso, não tendo passado batido por este mundo. Esteja onde estiver VDC dedico esta postagem em sua homenagem. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,59% atingido.

Aqui houve tanto valorização dos ativos quanto aporte de dinheiro novo. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - JULHO/2018

Pequeno aporte, direcionado em sua maior parte para a renda variável (compra de ITSA4 e perspectiva de SDIL11 - ainda não executado), além de um troco usado para pagar a taxa de custódia da B3 (Tesouro Direto) e o restante aplicado no fundo de debêntures.  

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +1,92%
Este mês tivemos o acerto parcial da taxa de custódia. Fora isso apenas uma pequena melhora das taxas da NTNBs 2035, fazendo o valor da carteira subir. Em termos percentuais estou com 57,14% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 42,86% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 2,14%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,16% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 5,87%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,54%, fiz +1,92 no TD e 1,16% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+3,73%) x TD (+2,14%) x FIP (+5,87%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,12% 
Reação da carteira em julho. Tivemos a nova emissão de SDI Logística Rio (SDIL11), porém preferi não realizar a subscrição por achar o preço salgado, pretendendo comprar cotas no mercado secundário. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna passou para a mão do GGR Covepi Renda (GGRC11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,89%.

  • AÇÕES: +5,19%
Mês de subida com pequena alteração no portfólio (aumento de ITSA4), que passa a ser a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno temos a liderança de volta ao IRB Brasil (IRBR3), vencendo por pouco Braskem PNA (BRKM5). A lanterna de julho ficou com Fleury ON (FLRY3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -1,23%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou +1,37% contra +4,12% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +8,88% contra +5,19% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-3,23%) x Meus FIIs (+0,89%) e Ibovespa (+3,69%) x Minhas Ações (-1,23%).

PROVENTOS - JULHO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (ABEV3 e ITSA4) e juros dos empréstimos. Comparativamente aos demais foi um mês fraco.

Total Julho: R$ 307,22
Total Anual Acumulado: R$ 2.726,51

CONSOLIDADO - JULHO/2018

A carteira global fechou com 57,52% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 42,48% em renda variável (FIIs e Ações). Houve uma reação mais forte na parte variável, além do aporte direcionado este mês. 



A rentabilidade mensal ficou em +2,78%, com resultado anual acumulado de +0,78% (cerca de 21% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

sábado, 30 de junho de 2018

Fechamento - Junho/2018: R$ 172.619,72 ou -R$ 2.299,27 (-1,31%)

Outro mês de queda generalizada. Só a Copa do Mundo pra distrair um pouco da dureza cotidiana. Sem mais. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 27,58% atingido.

Enquanto não houver aumento significativo dos aportes e/ou estabilização da queda do mercado não vejo luz no fim do túnel. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - JUNHO/2018

Pouca movimentação neste mês, somente um 'aporte' feio em Empréstimos. De modo indireto fui afetado com a bonificação feita por Itaúsa (ITSA4) (10% a mais de ações) e o desdobramento de Grendene (GRND3). 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -1,46%
As NTNBs 2035 continuam subindo e o valor da carteira vai caindo. Em termos percentuais estou com 56,50% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,50% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 0,21%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,79% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 4,88%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,36%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-1,46%) no TD e 0,79% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+3,17%) x TD (+0,21%) x FIP (+4,88%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -5,20% 
Nova queda da carteira em linha com o mercado (incertezas, volatilidade etc). Não houve movimentação de quantidades então a situação é a seguinte: o FII mais representativo é o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11) após sucessivas quedas agora é o lanterninha. A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de -3,29%.

  • AÇÕES: -3,64%
Mês de queda (chato postar toda hora) e também sem alterações, com exceção de desdobramentos/bonificação. A maior posição em carteira permanece sendo CVC Brasil (CVCB3), enquanto em termos de retorno o temos o novo líder que é Braskem PNA (BRKM5), passando IRB Brasil (IRBR3) por pouco. A lanterna agora pertence ao Banco do Brasil (BBAS3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -6,27%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -4,01% contra -5,20% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -5,20% contra -3,64% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-4,55%) x Meus FIIs (-3,29%) e Ibovespa (-4,76%) x Minhas Ações (-6,27%).

PROVENTOS - JUNHO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (CVCB3 e SAPR11) e JCP (BBAS3, HGTX3, SAPR4 e SAPR11) e juros dos empréstimos. 

(FINALMENTE SANEPAR SOLTOU A GRANA!!)

Total Junho: R$ 523,22
Total Anual Acumulado: R$ 2.419,29

CONSOLIDADO - JUNHO/2018

A carteira global fechou com 59,29% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 40,71% em renda variável (FIIs e Ações). Como a queda da parte variável é mais acentuada vem ocorrendo um aumento percentual da parte fixa. 



A rentabilidade mensal ficou em -2,07%, com resultado anual acumulado de -1,98% (nem vale comparar com o CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Fechamento - Maio/2018: R$ 174.918,99 ou -R$ 12.083,22 (-6,46%)

Foram tantas bombas neste Maio vindas dos quatro cantos que dá pra fazer um post só disso. Pra uns foi o fim de linha, outros aproveitaram e aumentaram posíção nos ativos de interesse. Pra mim foi momento de correções de rumo, ativos sairam, outros entraram e aumentaram presença, de tudo um pouco. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 31,51% atingido.

Neste mês somente fiz resgate de recursos e, juntando com o massacre ocorrido no mercado financeiro como um todo, o cumprimento da meta foi ao chão. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - MAIO/2018

Este mês fiz muita movimentação de ativos. Na parte de renda fixa fiz resgate de LFT 2021, direcionando parte para empréstimos e outro para pagamento de uma despesa extra. Na parte da renda variável houve a integralização das cotas de ITSA10 para ITSA4, fechei posição em alguns FIIs e aumentei outros e uma nova ação passou a fazer parte da família.

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -2,17%
A subida constante das taxas das NTNB 2035 continuam puxando minha rentabilidade pra baixo. Em termos percentuais estou com 56,60% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,40% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 1,69%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,06% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 4,06%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,29%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-2,17%) no TD e 0,06% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+2,64%) x TD (+1,69%) x FIP (+4,06%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -6,46% 
Tombo gigantesco. Aproveitei o momento e fiz um rearranjo da carteira: vendi BRCR11, RBGS11 e RNGO11, os quais apesar de terem gerado lucro não precisarei pagar IR pois conto com a compensação da venda de EDGA11 no início do ano (com prejuízo). Com o recurso aumentei posição em Shopping ABC Plaza (ABCP11), praticamente dobrando a posição e um troco aplicado em MXRF11. Neste mês tivemos a subscrição de JSRE11 porém não participei pois não achei o preço convidativo. O FII de maior presença passou a ser o ABCP11, sendo o de maior retorno (TIR) o XPCM11 e o mais fraco FFCI11. Com as mudanças feitas a carteira agora conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 2,01%.

  • AÇÕES: -12,36%
Durante o Casamento Vermelho de maio tomei mais flechadas que o Ibovespa. Apesar do fato abri posição em um setor ainda não presente na carteira - Eletricidade. A escolhida foi Alupar UNT (ALUP11) após um período de pesquisas e observações. Avaliando como um todo, a maior posição continua sendo CVC ON (CVCB3), porém a rentabilidade foi tomada por IRB Brasil (IRBR3), que praticamente passou lisa. A mais fraca continua Fleury ON (FLRY3), ainda em queda. A carteira conta agora com 12 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de -2,73%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (-5,27%) contra -6,46% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -10,87% contra (-12,36%) da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-0,55%) x Meus FIIs (+2,01%) e Ibovespa (+0,46%) x Minhas Ações (-2,73%).

PROVENTOS - MAIO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (BRKM5, HGTX3 e GRND3) e JCP (BBAS3 e GRND3) e juros do empréstimo particular.   

Total Maio: R$ 548,64
Total Anual Acumulado: R$ 1.896,07

CONSOLIDADO - MAIO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 58,12% em aplicações de renda fixa (TD, Fundos e Empréstimos) e 41,88% em renda variável (FIIs e Ações). A parte fixa ganhou espaço pois a variável sofreu mais durante o mês. Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira (aproximadamente o triplo do volume dos FIIs).   




Mês encerrado com queda geral do patrimônio. A rentabilidade mensal ficou em -5,46%, com resultado anual acumulado de 0,09% (aproximadamente  3,4% do CDI - kkkkkk), só o nariz fora d'água. 
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

terça-feira, 1 de maio de 2018

Fechamento - Abril/2018: R$ 187.002,21 ou +R$ 19.422,72 (+11,59%)

Neste mês fiz uma alteração substancial na contabilização do meu patrimônio, motivo este para a grande variação. Passo a considerar valores cedidos por empréstimo na planilha, capital este que vem sendo usado para uma boa causa. Nas demais aplicações não fiz aporte e não pretendo fazer no momento. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros (atualizado) - Resultado Parcial: 52,16% atingido.

Fiz a atualização da meta pois antes parte do patrimônio não estava sendo considerado na planilha e por conta disso puxei a meta pra cima tornando-a mais realista. O 'aporte' deste mês foi apenas o que está contabilizado nos empréstimos. Em março o aumento foi puxado pela Renda Variável. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - ABRIL/2018

Este mês somente integralização das cotas subscritas de ITSA4. 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,24%
Outro mês em que as incertezas têm jogado o PU das NTNB 2035 pra baixo e, por conseguinte, puxando minha rentabilidade. Em termos percentuais estou com 51,59% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 48,41% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,47%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,59% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,99%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,31%  (NOVO)
Este item é representado pelo capital que emprestei a parentes. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,52%, fiz (-0,24%) no TD e 0,59% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+2,11%) x TD (+3,47%) x FIP (+3,99%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,54% 
Mais um mês de subida. A maior posição da carteira pertence ao GGRC11, que curiosamente é o de menor rentabilidade global no momento. Por outro lado tenho RBGS11 (General Shopping Sulacap) com rendimento superior a 100% contando os proventos. A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 8,98%.

  • AÇÕES: -1,46%
Destoei do Ibovespa em abril, fechando no vermelho. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também continua sendo a líder na rentabilidade. A mais fraca permanece com Fleury ON (FLRY3) (a única no vermelho). A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 11,02%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (-0,86%) contra +0,54% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +0,88% contra (-1,46%) da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+4,98%) x Meus FIIs (8,98%) e Ibovespa (+12,71%) x Minhas Ações (+11,02%).

PROVENTOS - ABRIL/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs, Dividendos (ITSA4, FLRY3 e IRBR3) e JCP (LAME4 e IRBR3).   

Total Abril: R$ 507,39
Total Anual Acumulado: R$ 1.347,43

CONSOLIDADO - ABRIL/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 56,05% em aplicações de renda fixa (TD, Fundos e Empréstimos) e 43,95% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035 (volume semelhante ao que tenho em empréstimos cedidos), enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira (o triplo do volume dos FIIs).   



Mês encerrado com queda do patrimônio, resultado este atribuído às NTNBs 2035 e as ações. A rentabilidade mensal ficou em -0,44%, com resultado anual acumulado de 5,81% (aproximadamente  275% do CDI). 
   



Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 30 de março de 2018

Fechamento - Março/2018: R$ 167.549,49 ou +R$ 3.620,09 (+2,21%)

Direto e reto, março foi mais um mês que não fiz aporte pois estou preferindo acumular recursos no mundo não financeiro, pretendendo voltar no segundo semestre. Assim, os resultados (bons ou ruins) serão fruto da subida/queda dos ativos encarteirados. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 25,50% atingido. 

Mais um mês sem aporte, apenas surfando na valorização dos ativos. Em março o aumento foi puxado pela Renda Variável. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - MARÇO/2018

Sem aporte novo, somente participei da subscrição de ITSA4 (ainda não foram incorporadas ao patrimônio) usando os proventos acumulados em conta. 

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,24%
A sequência da queda das taxas Selic juntamente com a turbulência (política/judiciária/social etc e tal) vêm trazendo um viés de baixa para os papéis. Resumindo: o Tesouro Selic vem rendendo menos e a NTNB 2035 teve um aumento das taxas (resultando em queda no valor de face). Em termos percentuais estou com 42,71% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 57,29% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,04%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,05% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,38%.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,53%, fiz -0,24% no TD e 1,05% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+1,59%) x TD (+3,04%) x FIP (+3,38%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,11% 
Meus fiis continuam subindo, até quando não faço ideia. A maior posição da carteira pertence ao GGRC11. Em termos de rentabilidade RBGS11 (General Shopping Sulacap) tomou a pole position com uma subida espetacular em março (valorização histórica de mais de 75%), sendo o mais fraco o MXRF11. A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 8,39%.

  • AÇÕES: +5,73%
Descolei do comportamento de baixa do Ibovespa em março, com boa valorização. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também continua sendo a líder na rentabilidade. A mais fraca permanece com Fleury ON (FLRY3) (a única no vermelho). A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 12,66%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou (2,00%) contra 2,11% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa (0,01%) contra 5,73% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+5,89%) x Meus FIIs (8,39%) e Ibovespa (+11,73%) x Minhas Ações (+12,66%).

PROVENTOS - MARÇO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e Dividendos + JCP de BBAS3 e ITSA4.   

Total Março: R$ 599,55
Total Anual Acumulado: R$ 840,04

CONSOLIDADO - MARÇO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 50,49% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 49,51% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   


Mês encerrado com boa subida, puxada principalmente pelas ações. A rentabilidade mensal ficou em +2,21%, com resultado anual acumulado de 7,09% (aproximadamente 446% do CDI). 
   



Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Fechamento - Fevereiro/2018: R$ 163.959,40 ou - R$ 271,95 (-0,17%)

Vou ser bem lacônico e seguir direto ao ponto. Mais um mês que não faço aporte pois estou preferindo acumular recursos e zerar as despesas do primeiro semestre, ficando a mercê da variação dos ativos já encarteirados (torcendo claro pela subida dos mesmos). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 17,19% atingido. 

Uma vez que não estou aportando a meta fica sujeita à flutuação mensal dos ativos. Em fevereiro tive uma pequena queda puxada pelas ações. Margem de tolerância global de (5%).


TRANSAÇÕES - FEVEREIRO/2018

Sem aporte novo, nem aplicação dos proventos, então sem mudanças de portfólio. 
Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,21%
Sem grandes variações neste mês, os papéis não tiveram grande oscilação. Em termos percentuais estou com 42,99% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 57,01% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,58% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 2,30%.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI fez 0,46%, fiz 0,21% no TD e 0,58% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+1,05%) x TD (+3,29%) x FIP (+2,30%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,47% 
Meus fiis continuam dando bom resultado no todo, embora fique cada vez mais complicado aportar com os preços esticados. Em termos de rentabilidade SDIL11 permanece com a coroa, ficando a lanterna com o MXRF11 (tenho desde a incorporação do XPGA11). A carteira conta com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 6,15%.

  • AÇÕES: -1,26%
Mês de correção, quebrando a sequência de valorização que vinha ocorrendo. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que também assume a liderança na rentabilidade. A lanterna saiu das mãos de Lojas Americanas (LAME4) e passou para o comando de Fleury ON (FLRY3), estando somente este último no vermelho. A carteira conta com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 6,56%.

Na renda variável deste mês ganhei novamente do IFIX (1,15%) contra 1,47% dos FIIS e perdi do índice Ibovespa (0,52%) contra -1,26% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+3,82%) x FII (6,56%) e Ibovespa (+11,72%) x Ações (+6,56%).

PROVENTOS - FEVEREIRO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de ABEV3.   

Total Fevereiro: R$ 126,32
Total Anual Acumulado: R$ 240,49


CONSOLIDADO - FEVEREIRO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 51,71% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 48,29% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira, com pequena oscilação no todo.   







Mês encerrado com pequena queda, puxada pelas ações (as únicas que fecharam no vermelho). A rentabilidade mensal ficou em -0,17%, com resultado anual acumulado de 4,78% (aproximadamente 455% do CDI). 
   



Finalizo aqui esta postagem agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!