sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Fechamento - Janeiro/2019 - R$ 181.593,88 ou -R$ 36.642,86 (-16,79%)

Olá a todos!
Finalmente tivemos o início da 'nova era'. Apesar de que em termos práticos nada ainda tenha sido aprovado, a renovação por si só aparentemente deu uma oxigenada no espirito coletivo, resistências a parte. O primeiro mês foi um mês de razoável crescimento apesar de que em termos de portfólio realizei uma grande alteração no status quo. Tomara que este seja o primeiro de muitos meses (quem sabe anos) de realizações. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2019: 250K em ativos financeiros - Resultado Parcial: -115,55% atingido.

Fiz uma retirada de recursos que estavam aplicados, de modo que estou com menos patrimônio do que no fim de 2018. Vejamos se conseguirei colocar minha 'economia' nos trilhos novamente. 


TRANSAÇÕES - JANEIRO/2018

Realizei um aporte mínimo, suficiente apenas para quitar o valor da taxa de custódia do Tesouro Direto e o restante aumentei posição no Fundo de Debêntures Isentas para não deixar dinheiro parado na conta. Na outra vertente apareceu uma oportunidade para trocar meu carro por um mais novo e, por conta disso fiz o resgate da maior parte da minha posição em Tesouro Direto, precisamente LFT 2021, LFT 2023 e parte da NTNB 2035. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +21,42%
Em decorrência do resgate parcial dos papéis a tabela acusa uma grande valorização mensal (não me perguntem como explicar a razão pois honestamente não sei). Em termos práticos minha situação do TD ficou assim: 100% posicionado em NTNB 2035, porém assim que as despesas de início de ano passarem penso em ir repondo a reserva de LFT 2023, que serve ainda pra equilibrar o lado da renda variável que vem subindo bastante. Rentabilidade acumulada de 21,42%. 

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,94% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Rentabilidade acumulada de 0,94%.

  • EMPRÉSTIMOS E RESERVA: +0,29%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações. Como já mencionei no tópico do TD ainda não iniciei a reposição da reserva estratégica. 

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,54%, fiz 21,42% no TD e 0,94% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+0,54%) x TD (+21,42%) x FIP (+0,94%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +11,93% 
Grande valorização mensal. Como novidade tivemos a incorporação das cotas subscritas de SDIL11, que subiram bem desde então e a nova emissão de GGRC11, na qual pretendo aumentar posição. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11), que passará por um grupamento. Em termos da Taxa de Retorno (TIR) continua o Hotel MaxInvest (HTMX11) como o melhor da carteira. A lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11), ainda que o mesmo tenha recuperado parte do valor. A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade acumulada de 11,93%.

  • AÇÕES: +10,47%
Terminei praticamente empatado com o IBOV em janeiro. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno permanece a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - quase 200%. A lanterna segue com Fleury ON (FLRY3), atualmente (TIR de -20%). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade acumulada de 10,47%.

Na renda variável deste mês temos o IFIX marcando +2,47% contra +11,93% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +10,44% contra +10,47% da minha carteira de ações. Na base anual temos o IFIX (+2,47%) x Meus FIIs (+11,93%) e Ibovespa (+10,44%) x Minhas Ações (+10,47%).

PROVENTOS - JANEIRO/2019

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagaram em janeiro: HGTX3/FLRY3 (JCP) e ITSA4 (dividendo).

Total Janeiro: R$ 380,75
Total Anual Acumulado 2019: R$ 380,75

CONSOLIDADO - JANEIRO/2019

Uma vez que a renda variável cresceu bastante, aliada a uma retirada de recursos em renda fixa, a carteira global sofreu uma inversão do padrão histórico: agora são 59,47% em renda variável (FIIs e Ações) e os outros 40,53% em renda fixa (TD, fundos e empréstimos).





A rentabilidade mensal ficou em +8,09%, com resultado anual acumulado de +8,09% (cerca de 15x a valorização do CDI)
   


Finalizando mais um post, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Fechamento - Dezembro/2018 - R$ 218.236,74 ou +R$ 11.994,85 (+5,82%)

Passadas as festividades chegou a hora de apresentar os resultados de 2018. Um ano que começou bastante promissor, passou por uma fase tenebrosa e no final teve sua remissão. O ano também foi marcante pelo bom resultado que obtive e a maior diversificação nos ativos investidos. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 105,53% atingido.

Aproveitando um último aporte e a subida dos títulos consegui atingir a meta estabelecida. 


TRANSAÇÕES - DEZEMBRO/2018

Destinei o último aporte de 2018 para um empréstimo particular a um amigo meu. Também utilizei a reserva para este intento, de modo que vou precisar repor o valor gasto. Os proventos obtidos utilizarei para fazer caixa em 2019 e direcionar aos papéis mais interessantes. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,78%
Outro mês de valorização. Meus títulos principais - NTNB 2035 já estão novamente na casa dos 5,xx%, motivo este para ficar de olho no melhor momento de saída. Percentualmente fechei o ano com 59,63% em títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e outros 40,37% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual final de 10,83%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,53% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Rentabilidade anual final de 10,02%.

  • EMPRÉSTIMOS E RESERVA: +0,30%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações. A novidade é referente a uma reserva de capital que eu estou mantendo na Nuconta, cujo rendimento é a baseado na taxa Selic e tem liquidez imediata. Decidi que esse vai ser meu capital de curtíssimo prazo, disponível para gasto a qualquer momento necessário, sendo que pretendo manter de 1 a 1,5% do total das minhas economias por aqui. (foi gasta e será reposta em 2019).

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,49%, fiz 0,78% no TD e 0,53% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+6,42%) x TD (+10,83%) x FIP (+10,02%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,92% 
Continuamos com o direito a SDIL13 (ainda não incorporada) como única novidade. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) continua o Hotel MaxInvest (HTMX11) como o melhor da carteira. A lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual final de +11,10%.

  • AÇÕES: +1,18%
Consegui descolar da tendência de queda em dezembro. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - TIR de 182%. A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), atualmente (TIR de -28%). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual final de +24,22%.

Na renda variável deste mês temos o IFIX marcando +2,22% contra +2,92% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -1,81% contra +1,18% da minha carteira de ações. Na base anual temos o IFIX (+5,62%) x Meus FIIs (+11,10%) e Ibovespa (+15,03%) x Minhas Ações (+24,22%).

PROVENTOS - DEZEMBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagaram em dezembro: ABEV3/BBAS3/CVCB3 (JCP) e ALUP11 (dividendo).

Total Dezembro: R$ 417,48
Total Anual Acumulado 2018: R$ 4.834,31

CONSOLIDADO - DEZEMBRO/2018

A carteira global fechou com 55,34% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 44,66% em renda variável (FIIs e Ações). Dessa vez a parte fixa ganhou espaço, fruto principalmente do aumento de capital.





A rentabilidade mensal ficou em +1,00%, com resultado anual acumulado de +12,81% (cerca de 200% do CDI)
   


Como fiz no fim do ano passado volto com uma tabela comparativa entre as carteiras de 2017 e a de 2018 para visualização das mudanças e avanços obtidos:



Ainda que atrasado desejo a todos um Feliz 2019, torcendo para que este ano seja pleno em realizações - não apenas as materiais. Mais uma vez agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Fechamento - Novembro/2018 - R$ 206.241,89 ou +R$ 9.036,07 (+4,58%)

Sem muita inspiração pra texto então vou direto ao resultado. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 85,03% atingido.

Subida geral. Cada vez mais próximo da hora da verdade. Margem de tolerância global de (5%).


TRANSAÇÕES - NOVEMBRO/2018

Entrei na subscrição de SDIL11, porém ainda não foi descontado. Não gastei os proventos pois vou aguardar a provável emissão de cotas de GGRC11 pra usar o dinheiro. Simples assim.  


Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,37%
Mais um mês fechando no positivo. Já estou de olho no ponto de saída da NTNB 2035 pra embolsar o maior lucro possível. Em termos percentuais estou com 59,82% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 40,18% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 9,97%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,44% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 9,44%.

  • EMPRÉSTIMOS E RESERVA: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações. A novidade é referente a uma reserva de capital que eu estou mantendo na Nuconta, cujo rendimento é a baseado na taxa Selic e tem liquidez imediata. Decidi que esse vai ser meu capital de curtíssimo prazo, disponível para gasto a qualquer momento necessário, sendo que pretendo manter de 1 a 1,5% do total das minhas economias por aqui.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,49%, fiz 1,37% no TD e 0,44% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+5,90%) x TD (+9,97%) x FIP (+9,44%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,27% 
Sem maiores novidades, apenas a subscrição em SDIL11 (que ainda não foi descontada nem incorporada ao patrimônio). Como disse antes estou de olho na nova emissão de capital de GGRC11 e já venho juntando a grana necessária. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) foi ultrapassado por pequena margem pelo Hotel MaxInvest (HTMX11), que agora é o melhor da carteira. A lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +7,94%.

  • AÇÕES: +8,19%
Mais uma mês acumulando gordura. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - TIR de 154%. A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), que é o único papel no vermelho atualmente (TIR de -22%). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de +22,77%.

Na renda variável deste mês temos o IFIX marcando +2,59% contra +2,27% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +2,38% contra +8,19% da minha carteira de ações. Na base anual temos o IFIX (+3,32%) x Meus FIIs (+7,94%) e Ibovespa (+17,15%) x Minhas Ações (+22,77%).

PROVENTOS - NOVEMBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagaram em novembro: BBAS3/IRBR3 (JCP) e HGTX3/GRND3 (dividendo).

Total Novembro: R$ 447,47
Total Anual Acumulado: R$ 4.416,83

CONSOLIDADO - NOVEMBRO/2018

A carteira global fechou com 53,46% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 46,54% em renda variável (FIIs e Ações). Novamente a parte variável vem crescendo com mais vigor e tomando espaço.





A rentabilidade mensal ficou em +3,62%, com resultado anual acumulado de +12,32% (cerca de 209% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Fechamento - Outubro/2018 - R$ 197.205,82 ou +R$ 14.045,32 (+7,67%)

Finalmente uma definição. Com a vitória de Jair Bolsonaro e a perspectiva de um governo liberal pudemos ver um grande avanço nas rentabilidades das aplicações. Particularmente vivi neste mês de Outubro a maior rentabilidade da série histórica do meu portfólio. Torçamos então para a continuidade do movimento. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.
OBS: Antes de apresentar o resultado - CHUPA PT!!

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 69,59% atingido.

Com a apreciação geral todas as classes nas quais invisto subiram com força e ajudaram no resultado. Ainda assim estou um pouco abaixo da previsão. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - OUTUBRO/2018

Usei proventos parados na corretora e comprei algumas cotas de JSRE11 quando baixaram um pouco de preço. Já era minha intenção pois na época da subscrição não cheguei a participar devido ao valor salgado. 


Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +6,83%
O que os outros nove meses não renderam outubro trouxe, especialmente para a NTNB 2035. Em termos percentuais estou com 59,08% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 40,92% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 8,48%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,48% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 8,96%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,54%, fiz 6,83 no TD e 0,37% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+5,38%) x TD (+8,48%) x FIP (+8,96%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +5,39% 
A renda variável foi onde o mês mais foi proveitoso, mesmo os FIIs. Conforme dito anteriormente aumentei posição em JSRE11, que passou a ser a 3ª posição em valor da carteira. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) não houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, ainda que por pouco, enquanto a lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +5,54%.

  • AÇÕES: +14,82%
Nem preciso comentar a avanço bruto ocorrido no mês. Consegui inclusive ficar acima do Ibovespa e zerando as perdas do ano. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3) - TIR de 144%. A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), que é o único papel no vermelho atualmente. A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de +13,48%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou +5,04% contra +5,39% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +10,19% contra +14,82% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (+0,82%) x Meus FIIs (+5,54%) e Ibovespa (+14,43%) x Minhas Ações (+13,48%).

PROVENTOS - OUTUBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos e dividendos). Pagou em outubro: ITSA4.

Total Outubro: R$ 229,93
Total Anual Acumulado: R$ 3.899,36

CONSOLIDADO - OUTUBRO/2018

A carteira global fechou com 54,46% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 45,54% em renda variável (FIIs e Ações). Embora todos os grupos tenham crescido, a parte variável subiu com mais força e ganhou espaço.





A rentabilidade mensal ficou em +7,76% (apenas a maior da história), com resultado anual acumulado de +8,48% (cerca de 158% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

domingo, 30 de setembro de 2018

Fechamento - Setembro/2018 - R$ 183.160,50 ou +R$ 312,53 (+0,17%)

Fechando mais um mês na luta pela rentabilidade. Apesar de 10 entre 10 pessoas não aguentarem mais falar sobre turbulência e crise não há como fugir do assunto. Finalmente a eleição presidencial se encaminha pro desfecho (será 'positivo'?) e a partir daí poderemos ter uma ideia pra que lado o Brasil vai se mover. Antes de finalizar: PT nunca mais. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 45,59% atingido.

Sem aporte e com os ativos andando de lado não houve variação significativa aqui. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - SETEMBRO/2018

Sem compras neste mês.


Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: -0,87%
Outro mês de subida das taxas por conta da turbulência geral, puxando pra baixo o valor das NTNBs 2035. Em termos percentuais estou com 56,48% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 43,52% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 1,55%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,36% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 7,37%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,36%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,47%, fiz -0,87 no TD e 0,36% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+4,81%) x TD (+1,55%) x FIP (+7,37%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,46% 
Aqui fui pior que o IFIX, puxado por alguns papéis. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) não houve mudanças: o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna permanece com o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,15%.

  • AÇÕES: +1,50%
Subi um pouco junto com o Ibovespa mais ainda estou negativo em 2018. Itausa PN (ITSA4) continua sendo a porção mais representativa da carteira. Em termos de retorno continua a liderança imbatível de IRB Brasil (IRBR3). A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3), afundando cada vez mais. A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -1,16%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -0,21% contra -0,46% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa +3,48% contra +1,50% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-4,12%) x Meus FIIs (+0,61%) e Ibovespa (+0,36%) x Minhas Ações (-2,62%).

PROVENTOS - SETEMBRO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos, e JCP). Pagou em setembro: BBAS3.

Total Setembro: R$ 280,70
Total Anual Acumulado: R$ 3.669,43

CONSOLIDADO - SETEMBRO/2018

A carteira global fechou com 56,44% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 43,56% em renda variável (FIIs e Ações). Pequena variação entre as partes.




A rentabilidade mensal ficou em +0,25%, com resultado anual acumulado de +0,67% (cerca de 14% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fechamento - Agosto/2018 - R$ 182.847,97 ou +R$ 2.613,49 (+2,04%)

Passados os 450 dias do mês de agosto nos deparamos mais uma vez com a dúvida, as turbulências, o cenário interno, externo, quem quiser que escolha a(s) causa(s) que fizeram novamente o vermelho transbordar das planilhas. Enquanto finalizo esta postagem acompanho o julgamento do TSE e torço para que aqueles que 'comandam' os rumos do País pensem em seus atos e as posteriores consequências advindas. O cálculo de rentabilidade tem por base a planilha disponibilizada pelo colega ADP.

META ANUAL 2018: 215K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 45,06% atingido.

Consegui mais uma vez realizar um bom aporte, de modo que o aumento aqui em suma foi consequência deste. Margem de tolerância global de (5%).

TRANSAÇÕES - AGOSTO/2018

O aporte foi inteiramente direcionado para a renda variável, majoritariamente aumento da posição em ITSA4, além de um troco da corretora gasto em cotas de FLMA11.  

Vamos ao resultado mensal fechado:

RENDA FIXA

  • TD: +0,30%
O mês até que começou bem porém a baderna eterna cobrou seu preço, puxando novamente as taxas da NTNB 2035 pro alto. Em termos percentuais estou com 57,06% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 42,94% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 2,44%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,06% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Como características deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,99%.

  • EMPRÉSTIMOS: +0,37%  
Este item é representado pelo capital em empréstimos privados. Como correção do montante aplico o rendimento mensal do Tesouro Selic. O principal será pago futuramente, de modo que as correções mensais contabilizarei como aporte negativo (usarei as mesmas para abater outros acordos que temos). Não vou comparar rentabilidade neste item pois a função do mesmo é diferente das outras aplicações.

Na renda fixa este mês enquanto o CDI marcou 0,57%, fiz +0,30 no TD e 1,06% no fundo de debêntures. Na base anual tenho CDI (+4,32%) x TD (+2,44%) x FIP (+6,99%).

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,36% 
Depois de alta considerável em julho veio a queda. Como alteração apenas aumento de posição no Continental Square Faria Lima (FLMA11), mas nada significativo. O FII mais representativo continua sendo o Shopping ABC Plaza (ABCP11). Em termos da Taxa de Retorno (TIR) o XP Corporate Macaé (XPCM11) é o melhor da carteira, enquanto a lanterna voltou para a mão do Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11). A carteira conta com 13 papéis diferentes. Rentabilidade anual de +0,61%.

  • AÇÕES: -1,51%
Outra queda fruto da turbulência. Mais um aumento na posição de ITSA4, Mês de subida com pequena alteração no portfólio (aumento de ITSA4), que passa a ser a porção mais representativa da carteira por larga margem em relação as demais. Em termos de retorno continua a liderança de IRB Brasil (IRBR3). A lanterna permanece com Fleury ON (FLRY3). A carteira conta com 12 papéis variados. Rentabilidade anual de -2,62%.

Na renda variável deste mês o IFIX marcou -0,70% contra -0,36% dos Meus FIIS e o índice Ibovespa -3,21% contra -1,51% da minha carteira de ações. Na base anual tenho IFIX (-3,91%) x Meus FIIs (+0,61%) e Ibovespa (+0,36%) x Minhas Ações (-2,62%).

PROVENTOS - AGOSTO/2018

Neste mês recebi recursos de várias fontes (rendimentos de FIIs, juros de empréstimos, dividendos, JCP, rendimentos e dinheiro oriundo da venda de frações). Pagaram em agosto: BBAS3, FLRY3, GRND3 e ITSA4.

Total Agosto: R$ 662,22
Total Anual Acumulado: R$ 3.388,73

CONSOLIDADO - AGOSTO/2018

A carteira global fechou com 56,81% de renda fixa (TD, fundos e empréstimos) e 43,19% em renda variável (FIIs e Ações). Mais um mês com reação na parte variável, fruto do aporte realizado.




A rentabilidade mensal ficou em -0,34%, com resultado anual acumulado de +0,42% (cerca de 10% do CDI)
   


Mais uma vez finalizo o post agradecendo a todos os colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.  

Até!